
A POLIFONIA Revista Internacional da Academia Paulista de Direito recebeu, no dia 16 de janeiro de 2026, sua segunda classificação no Sistema Qualis-CAPES, correspondente à avaliação de seus números publicados nos anos de 2021 (7 e 8), 2022 (9 e 10), 2023 (11 e 12) e 2024 (13 e 14), tendo sido classificada no patamar A2, colocando-se, uma vez mais, e de maneira crescente, entre as melhores revistas do País.
Trata-se de uma conquista de extrema importância, que coroa os esforços da equipe editorial e de redação da POLIFONIA, que desde a criação da Revista Internacional da Academia Paulista de Direito envidou esforços elogiáveis para construir uma publicação de excelência científica e de utilidade para os debates acadêmicos e da sociedade.
Hoje, a POLIFONIA já está em seu décimo-sexto número — o número 17 sairá ainda neste início de ano, correspondendo aos trabalhos aprovados e apresentados no IV Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito, realizado em São Paulo, em outubro de 2025, na Universidade de São Paulo, com a qual a APD possui importante parceria.
Ainda em 2026, a revista chegará ao seu décimo-oitavo número, no nono ano de sua presença marcante no cenário científico e cultural brasileiro e internacional.
No número inaugural, o Editor-Chefe. Alfredo Attié apresentava o projeto e os planos da Revista e buscava recuperar a história das publicações da Academia, demonstrando o liame de expressão dessa que é a instituição mais recente — que já completa cinquenta e quatro anos — do que tem denominado de “processo civilizacional do direito” em nosso País.
A POLIFONIA tem caráter notadamente inter e transdisciplinar, bem como inter e transeccional, em sua integração com o projeto editorial da Academia e com a Missão desenhada, a partir de setembro de 2017, quando se iniciou a gestão do atual Presidente, com sua conformação simbólica, bem como com a criação e desenvolvimento dos trabalhos dos ACADEMIA PESQUISA, institutos criados, igualmente, a partir de setembro de 2017, para o desenvolvimento de estudos, pesquisas, sempre com a participação da sociedade e em extensão dos trabalhos acadêmicos concretizados pelos membros — Acadêmicos e Acadêmicas Titulares, Honorários e Eméritos — da APD e por pesquisadores e pesquisadoras ligados às várias Cátedras.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior — CAPES realiza a avaliação e a classificação dos periódicos, como resultado do esforço de diversas gerações de colaboradores e colaboradoras, editores e editoras, membros do comitê editorial, autores e autoras, e avaliadores e avaliadoras ad hoc, que têm contribuído para aprimorar a qualidade das publicações. A CAPES é um órgão vinculado ao Ministério da Educação ‑MEC, responsável por coordenar a expansão e consolidação do sistema de pós-graduação brasileiro. Também atua na formação de professores da educação básica e na promoção do acesso e divulgação da produção científica no Brasil e no exterior, além de outras atribuições.
O Qualis-CAPES é um sistema de avaliação e classificação de periódicos científicos utilizado desde 1988, sendo importante indicador do impacto da produção cientifica, utilizado para compor a avaliação dos programas de pós-graduação no Brasil.
Na avaliação dos periódicos, foi estabelecida uma classificação única dos periódicos, independentemente da quantidade de áreas de avaliação em que tivessem sido mencionados. Classificação por áreas-mães que agrupa os periódicos conforme a área na qual apresentou maior número de publicações nos anos de referência. Estabelecido o Qualis de Referência – por meio do uso combinado de indicadores bibliométricos e modelo matemático, construiu-se uma lista de periódicos, considerando, ainda o número de citações do periódico nas bases: Scopus (CiteScore), Web of Science (Fator de Impacto) e Google Scholar (índice h5).
Claro que os índices e resultados e mesmo os sistemas e critérios de avaliação devem sempre ser tomados cum grano salis. Entretanto, uma classificação que reconheceu, logo na primeira vez em que a Revista foi avaliada, em 2022, o grau A3, e, agora, em 2026, o grau A2, tal índice de excelência cobre de orgulho a Academia Paulista de Direito e os que participaram e acreditaram na POLIFONIA e em seu projeto, ora realizado com êxito elogiável.
Procurado para comentar a classificação, Alfredo Attié, Editor-Chefe da POLIFONIA, Titular da Cadeira San Tiago Dantas e Presidente da Academia Paulista de Direito, salientou, uma vez mais, o empenho de colaboradores e colaboradoras, desde a equipe editorial e de redação até os avaliadores e avaliadoras ad hoc, bem como a confiança de autores e autoras dos artigos, salientando o incansável trabalho desenvolvida pela Editora-Executiva, Doutora Roberta de Bragança Freitas Attié. “Trata-se de apenas mais uma conquista, havendo muito a fazer não apenas pela APD, pela POLIFONIA e pelos demais componentes da Missão que estabelece a Academia Paulista de Direito como uma nova forma de Universidade, mais adequada a nosso tempo e ao tempo que desejamos e construímos juntos, no sentido do aperfeiçoamento não apenas do direito e da justiça, portanto da política e da democracia, mas igualmente daquilo que podemos ser no concerto dos povos e das nações: um farol que ilumine o percurso da constituição de uma vida melhor, em que natureza, democracia e justiça possam ser preservadas para indicar a construção da felicidade de viver com o outro que nós mesmos somos e constituímos.”
Às leitoras e aos leitores de POLIFONIA, o agradecimento especial da APD e do corpo editorial da Revista Internacional da Academia Paulista de Direito.
