Entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro de 2023, sempre às 19 horas, a 1ª Conferência Popular de Indígenas em Contextos Urbanos, com transmissão pelas Redes TV Tamuya e TV Imbaú, em seus Canais YouTube, e o apoio da Associação Wyka Kwara, realiza o Seminário “Etnocídio Indígena.”
A entidade organizadora explica o objetivo do evento:
“Nos últimos anos, temos tentado compreender o que foi e o que significou o Etnocídio. Essa busca levou à organização do seminário sobre o Pardismo, que acabou por abrir enorme leque de discussões, culminando com a organização da I Conferência Livre e Popular de Indígenas do Contexto Urbano. Percebemos serem enormes os desafios, e que o aprofundamento teórico exige grande atenção. Por isso, estamos organizando um seminário para tratar diretamente do tema do Etnocídio. Muitos teóricos têm contribuído para pensar o apagamento e as especificidades de indígenas, como os do nordeste, por exemplo, e nos têm servido como referência teórica. O texto “Entrando e saindo da “mistura”: os índios nos censos nacionais,” do antropólogo João Pacheco de Oliveira — que estará presente no seminário — demonstra como o estado lida com a presença dos povos indígenas nesse território. Construímos a concepção de que o apagamento dos povos indígenas consolida visão e práticas coloniais e capitalistas., A presença indígena para o colono-capitalista é sempre um problema, tendo em vista a lógica da propriedade privada, centro do pensamento liberal, sempre posta em questionamento pela presença indígena. Convidamos indígenas, pensadoras e pensadores, aliadas e aliados de nossa causa, preocupados com a questão indígena, para refletir conosco sobre esse processo. O seminário contará com a presença de alguns deles: Márcio Maia Malta,Wilma Martis de Mendonça, Lia Pinheiro Barbosa, Sérgio Pessoa Ferro, Casé Angatu Xucuru,Djalma Potiguara, Katiuscia Pinheiro,Sassa Tupinambá,Arlete Pinheiro, Lucia Quechua, e Giva.”
Para se inscrever no seminário, acesse este link.
Para acompanhar , increva-se e acesse: na TV Tamuyaou na TV Imbaú
Programação:
apoio: @associacaowykakwara, Academia Paulista de Direito e Cadeira San Tiago Dantas
No dia 27 de julho de 2023, o Comitê Esperançar reúne-se para assistir à Exposição Virtual de Fotografias Vertentes, de autoria da artista Valu Ribeiro.
Após a exibição, haveria debate, com a participação de Cassi Coutinho, Joana D’Arc Lima, Roberta Attié e Wilma João Quadé, sob a coordenação de Matilde Ribeiro.
A reunião também servirá para a reflexão e encaminhamentos do Mandela Day 2024, após o êxito da programação de 2023.
Pochmann, economista e pesquisador, foi Presidente da Fundação Perseu Abramo de 2012 a 2020, Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada entre 2007 e 2012 e Secretário Municipal de São Paulo de 2001 a 2004. Doutor em Ciências Econômicas, é Professor Titular da Universidade Estadual de Campinas — Unicamp. foi pesquisador em universidades europeias e consultor. Autor de livros sobre economia, desenvolvimento e políticas públicas, recebeu o Prêmio Jabuti, em 2002.
Em abril de 2022, participou de debate organizado pela Cadeira San Tiago Dantas, da Academia Paulista de Direito, e pelo IPEDD — Instituto Piracicabano de Estudos e Defesa da Democracia, sobre “Brasil 2022: Economia e Sociedade”, com o Professor Sebastião Guedes, da Unesp, e Alfredo Attié. Assista, aqui.
Graças ao importante trabalho da jornalista, tradutora e escritora Rosa Freire D’Aguiar, a linda homenagem de Zé Celso Martinez Corrêa a Celso Furtado foi preservada e publicada, recentemente, no momento do passamento de Zé Celso.
Publica-se, aqui também,como homenagem aos dois ExCelsos representantes da cultura cidadã brasileira, um documento para a história da construção da democracia.
“A morte de Celso Furtado me deixou muito abalado.
Eu estava duro e ao mesmo tempo preocupado de não deixar a trincheira do computador escrevendo “A Luta”, mas quis muito pegar um avião e ir ao enterro, no Rio de Janeiro. Era amigo dele e da mulher, Rosa.
Eu acho que o site deve trazer uma foto dele urgente, revelando que, enquanto ministro da Cultura — depois de a secretaria do Estado de São Paulo se recusar a colocar dinheiro nas obras do Teatro Oficina e de o Maluf ter oferecido continuar nos dando dinheiro — ele entrou em cena e mandou o Fábio Magalhães, um pintor de São Paulo, muito bom e muito amigo, se oferecer para o ministério para concluir as obras do Oficina. Veio da parte dele inteiramente!
Uma vez em Lisboa, tomei um ácido “Orange Califórnia” e fui me encontrar com ele, que estava lá também exilado, acho que na Fundação Gulbenkian.
Olhos nos olhos. Ele tinha belíssimos olhos verdes. Era um homem lindo. Eu estava na contra luz, e o sol era um lugar ao ar livre. Iluminava todo o rosto quadrado, imenso, cinematográfico dele.
Uma cara forte, bronzeada, de jagunço, com a face esculpida em pedra, rosada e bege; uma entidade que trazia em si A TERRA, O HOMEM E A LUTA, com uma coisa de réptil, de cobra, de bicho forte coriáceo.
Eu estava lisérgico, mas os alucinógenos sempre me deixam muito lúcido e apaixonado. Tive o privilégio de estar e falar com ele, ele na terceira dimensão, a do terceiro olho do teatro, como diz Nietzsche, numa viagem que evidentemente o contagiou pela energia laranja que nos envolvia, ampliada pelo sol.
Viajamos muito na cultura brasileira e na sua relação doce e direta com a economia.
O ácido, sem que ele percebesse, porque não sabia que eu estava naquele estado, nos uniu.
E, como eu conhecia muito a obra dele, e ele gostava muito de arte, fomos longe.
Foi um desses encontros que o [George Ivanovitch] Gurdjieff fala, no cosmos da vida, decisivos, sagrados, como um que tive com o João Gilberto em Nova York, tomando cogumelo de peiote do México.
Celso Furtado estruturou meu pensamento anticolonial, me passou uma visão de ferro das possibilidades de vencermos o subdesenvolvimento por meio de uma engenharia para a economia que partisse de uma visão cultural para o ser “trans-humano”, ligada ao mercado interno, ao estilo e à criatividade de nossos quadros, quer dizer, a melhor herança que nossos pais nos deixaram: Lina [Bo Bardi], Darcy Ribeiro, Oswald [de Andrade], em termos desse assunto que hoje obsedia o mundo.
Mas, no caso dele, muito específico porque sabia que os esquemas covers internacionais vindos de Breton Woods não eram metafísicos, divinos, absolutos e que a América Latina podia e pode, por seu território, cultura, formação, sua arte, criar outra economia. Por isso era tão querido internacionalmente.
Ele tinha muito de João Cabral [de Melo Neto], o mesmo rigor de pedra para construir outra pedra que certamente não era a de Pedro. Rocha Viva! As pedras de Euclides e de Nelson.
Pois não é que este poeta da economia nos ofereceu por meio do Ministério da Cultura a coluna dorsal, quer dizer, a estrutura do Teatro Oficina, as estruturas todas de ferro?!
Até então estávamos na fase do buracão, vindos da fase da desconstrução. Seu ato como ministro da Cultura deu o sentido de erguer a obra, o sinal positivo construtivista. Levantar as novas estruturas, erguer a coluna dorsal, como ele quis fazer com o Brasil.
Impedido primeiro pelo golpe de 64, depois pela política do liberalismo trazido pelo golpe.
E agora pela submissão à cultura que vitoriou o Bush: o fetiche do sistema econômico imutável. O vodu.
Ele já tinha provado que era possível. Ele e a Conceição [Tavares] que estava sinceramente comovida no enterro. Como gosto dela!
Depois ele achava que era estranho o próprio Estado de São Paulo não investir no Teatro Oficina, e tentou fazer com que isso acontecesse, mas a secretária de Cultura era a atriz Bete Mendes, que dizia que, por ser atriz, não podia representar os interesses dos artistas, seria como advogar em causa própria, ela tinha de servir o Estado?!
Mas não importa. Ele deu a estrutura para o nosso segundo nascimento, como creio que sua obra nos lega o mesmo para a estrutura que poderá levantar o Brasil, fora da posição de dominado.
Sua obra ainda — como a de Oswald, Lina, Darcy, Hélio Oiticica, Glauber [Rocha] — tem muita energia a dar para conquistarmos o Brasil que ele e nós sonhamos.
Celso é um Euclides [da Cunha] da “economia-arte”, e um inspirador desta luta para montar “Os Sertões”, mais difícil do que, às vezes acho, a Guerra de Canudos.
Temos um vídeo de uma visita dele ao teatro, num tempo que não tínhamos cimento no chão, somente terra enlameada.
Ele era sempre muito elegante. Veio muito bem vestido e acompanhado de mulheres do ministério, como uma querida atriz mineira, Priscila, que tinha os saltos muito altos. Rosa, sua mulher (eram recém-casados), também estava de saltos.
É lindo o vídeo. Marcelo [Drummond] filmou: todos atolando-se com os sapatos chiquérrimos na lama, subindo as estruturas, mas sem perder o humor.
Priscila, assessora dele, a atriz, ficou louca e começou a atuar. Foi uma tarde histórica.
Vou assinar, por causa do meu xará, Celso ExCelso José Celso Martinez Corrêa. Viva Celso Furtado!
PS: Ele dizia uma coisa muito linda. Que o candomblé era uma obra de arte, mais lindo que a cosmologia e as obras todas de Proust que, para ele, era o máximo onde um escritor podia ter chegado. Me mandou também para Paris no ano do século de Stanislavski, num encontro mundial no Beaubourg, em 1990. Só tenho amor por essa vida que em mim continua.
Em importante artigo, publicado na Folha/UOL, Alê Youssef, Mestre em filosofia política, gestor cultural, conselheiro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável da Presidência da República, ex-coordenador de Juventude e ex-secretário de Cultura da cidade de São Paulo (2019–21), e Carlota Mingolla, Professora, pesquisadora e consultora em comportamentos emergentes, impacto positivo e gestão de mudança; líder Raps (Rede de Ação Política para a Sustentabilidade), apontam para o caráter propulsor da cultura criativa, para que o Brasil retome, com energia seu percurso democrático.
Leria a seguir o inteiro teor dessa importante contribuição, cuja publicação original pode ser acessada por meio deste link.
O ‘carro popular’ da cultura
“É cívico reconhecer e celebrar as iniciativas tomadas nos primeiros meses de governo para reconstruir o Ministério da Cultura e reparar os danos infligidos pela administração anterior. O incremento do investimento público na cultura foi uma medida determinante, especialmente para profissionais do setor.
No entanto, se almejamos repensar nossas bases de desenvolvimento socioeconômico, essa medida pode não ser suficiente.
Temos uma oportunidade histórica: promover uma abordagem que valoriza e impulsiona a economia criativa no Brasil. Recente pesquisa do Observatório do Itaú Cultural revela que o setor cultural e das indústrias criativas contribui com 3,11% do PIB, ultrapassando a indústria automobilística, que representou 2,1% no mesmo período. Isso demonstra que os diversos talentos encontrados em segmentos como música, audiovisual, moda, games, arquitetura, publicidade, design, gastronomia, festivais e teatro geram mais receita e empregos do que a produção de automóveis. Com 7,4 milhões de empregos formais e informais e mais de 130 mil empresas ativas, principalmente micro e pequenas empresas, esse setor desempenha um papel significativo no cenário econômico nacional e pode constituir parte essencial de um novo ciclo de prosperidade.
Incorporar a cultura e a criatividade no eixo do desenvolvimento econômico, social e sustentável passa pela criação de uma agenda estratégica que, se executada, vai caracterizar a economia criativa como o “carro popular” da cultura. Esse conjunto de medidas não pode, nem deve, estar sob a responsabilidade exclusiva do Ministério da Cultura. Tal abordagem engloba vários atores públicos, como os ministérios da Economia, Planejamento, Indústria, Comércio e Serviços, Educação, Trabalho, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente, além do Sistema S, terceiro setor e setor privado.
Iniciativas como políticas de incentivo fiscal, atração de investimentos, promoção comercial, bem como mecanismos exclusivos de financiamento e crédito, são apenas algumas delas. Esforços para mapear todas as indústrias criativas, facilitar a importação de infraestrutura e a exportação de conteúdo, e criar um calendário público-privado de eventos que potencializem a geração de oportunidades, não apenas para o setor cultural mas também para outros setores econômicos como o turismo, serão apresentados ao Conselho de Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável da Presidência da República através do recém-aprovado grupo de trabalho focado em alavancar a economia criativa no Brasil.
Essa agenda estratégica, nosso “carro popular”, deve ser suportada por uma revolução na educação técnico-profissional, com foco no desenvolvimento de habilidades especializadas, como programação de games e posições na indústria audiovisual e produção musical, que são particularmente atraentes para a juventude.
Face às profundas incertezas e transformações globais que estamos vivenciando, promover uma abordagem que valoriza e potencializa a economia criativa no Brasil implica também a seguinte reflexão: a nossa criatividade, capacidade empreendedora e originalidade correm o risco de serem substituídas pela automação e o uso de robôs, práticas comuns no setor automotivo, que recebe tantos incentivos em nosso país?
O “carro popular” da cultura não se abastece de gasolina ou diesel, é inovador, potente e sustentável. Certamente nos guiará para um futuro diferente e nos ajudará a construir novos símbolos para este século.”
Na programação do Mandela Day 2023 da Unilab e Grupo Amandla, mais uma Roda de Conversa coordenada pela Professora e ex-Ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro.
No dia 31 de julho, das 18:30 às 20:30 horas, seria realizado o debate “Empregadas Domésticas, sempre em luta por direitos, liberdade e justiça… assim como dizia Mandela!”, com a participação de Acácio Almeida, Creuza Oliveira, Luiza Batista e Matilde Ribeiro, com os comentários de Luciana Dias e Alfredo Attié.
O evento é organizado pelo Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão em Pesquisas Públicas sobre raça/Etnia, Gênero, Desenvolvimento e TerritorialidadeAmandla/Unilab, pela Federação Nacional de Trabalhadoras Domésticas — Fenatrad, pela Universidade Federal do ABC e pela Academia Paulista de Direito, Cadeira San Tiago Dantas.
Prossegue o MANDELA DAY 2023 da Unilab, com a Roda de Conversa da próxima quinta-feira, 27 de julho, às 19:30 horas.
Coordenada por Matilde Ribeiro, a atividade terá como convidados Acacio Almeida, Deise Benedito, Edilza Sotero, Joana D’Arc Sousa Lima e Matilde Ribeiro, que estiveram presentes na Conferência Internacional de Durban, e contará com os comentários de Douglas Martins e Alfredo Attié, que farão a conexão entre a Declaração de Durban e a Convenção Interamericana contra o Racismo e toda forma de Discriminação e Intolerância.
O evento é realizado pela Unilab e o Grupo Amandla, pela Universidade Federal do ABC, e pela Academia Paulista de Direito, Cadeira San Tiago Dantas, e será transmitido pelos Canais YouTube da Unilab e da APD.
Com Corpo Editorial ainda mais representativo da produção academia internacional e brasileira, sai o número 11 da POLIFONIA Revista Internacional da Academia Paulista de Direito, buscando maiores desafios e o aprimoramento de sua excelência, já reconhecida pela CAPES, por meio do conceito A3.
O número atual e os precedentes podem ser acessados por meio destelink.
Pode-se também visualizar cada uma das edições, na página da Biblioteca da Academia Paulista de Direito, com a possibilidade de fazer o download de cada volume.
Convidamos leitores e leitoras à experiência da participação e diálogo e às contribuições da comunidade academia brasileira e estrangeira e da sociedade internacional.
Além da Associação Brasileira de Economistas pela Democracia e do Instituto Sulamericano para a Cooperação e a Gestão Estratégica de Políticas Públicas — Amsur, várias outras entidades, ainda economistas e jornalistas — entre os quais, Luiz Nassif, José Carlos Assis e Adroaldo Quintela —, manifestaram-se em defesa de Márcio Pochmann, que recebe, aqui, igualmente, o desagravo da Academia Paulista de Direito.
Pochmann, economista e pesquisador, foi Presidente da Fundação Perseu Abramo de 2012 a 2020, Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada entre 2007 e 2012 e Secretário Municipal de São Paulo de 2001 a 2004. Doutor em Ciências Econômicas, é Professor Titular da Universidade Estadual de Campinas — Unicamp. foi pesquisador em universidades europeias e consultor. Autor de livros sobre economia, desenvolvimento e políticas públicas, recebeu o Prêmio Jabuti, em 2002.
Em abril de 2022, participou de debate organizado pela Cadeira San Tiago Dantas, da Academia Paulista de Direito, e pelo IPEDD — Instituto Piracicabano de Estudos e Defesa da Democracia, sobre “Brasil 2022: Economia e Sociedade”, com o Professor Sebastião Guedes, da Unesp, e Alfredo Attié. Assista, aqui.
Leia as Notas, a seguir.
Nota da Associação Brasileira de Economistas pela Democracia
“Três matérias, ditas jornalísticas, foram publicadas em menos de 24 horas com tentativas de desqualificar o economista, professor e pesquisador Márcio Pochmann. Os textos, de cunho político indiscutível, pretendem disseminar a ideia de que seu percurso profissional e acadêmica não o habilita a ocupar a presidência do IBGE.
Advogam que haveria perfis puramente técnicos para o cargo e que este deveria ser ocupado por um desses perfis. Desde logo, não há perfil puramente técnico entre economistas e, tampouco, entre os jornalistas ou entre profissionais de qualquer outro ramo. O professor Márcio Pochmann tem uma longa carreira acadêmica e profissional e, como é prática dessa carreira, foi ampla e recorrentemente avaliado por seus pares.
O debate, entre atores políticos, como demonstram ser o jornalista e as duas jornalistas que assinaram tais matérias, sobre o futuro do IBGE e a escolha de seu novo presidente é salutar. Nocivo é cobrirem-se do véu de jornalistas neutras para atuarem politicamente. Infame e vil é tentarem disseminar a ideia, atribuída a terceiros não identificados, de que Pochmann poderia manipular índices de inflação.
A Associação Brasileira de Economistas pela Democracia repudia o ataque orquestrado contra Márcio Pochmann, contra a Unicamp e contra as linhas de pensamento econômico críticas ao neoliberalismo. Repudia, ademais, a ética jornalística, ou a ausência dela, praticada nestes três exemplos.”
Consulte aqui, a Nota, no site dos Economistas pela Democracia.
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO PROFESSOR MÁRCIO POCHMANN
“O Instituto Sulamericano para a Cooperação e a Gestão Estratégica de Políticas Públicas — INSTITUTO AMSUR vem a público para externar sua irrestrita solidariedade a Márcio Pochmann, eminente economista, pesquisador e professor da prestigiada Universidade Estadual de Campinas, em face das tentativas de colunistas da mídia corporativa de desqualificá-lo, por deficiência técnica e profissional, para o exercício da presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE, que ora se cogita. O professor Márcio Pochmann é um dos mais agudos intelectuais brasileiros da atualidade e vem publicando artigos e livros de inegável relevância para a compreensão dos graves e urgentes desafios que se antepõem ao desenvolvimento econômico, social e sustentável do nosso país. Tem larga experiência administrativa, tendo sido titular da Secretaria do Trabalho da Prefeitura de São Paulo e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA e, ademais, foi presidente da Fundação Perseu Abramo e hoje dirige o Instituto Lula. O professor Márcio Pochmann reúne, portanto, todas as credenciais para presidir o IBGE e as tentativas torpes e reducionistas para desqualificá-lo para essa missão devem ser peremptoriamente repelidas.”
A Exposição Virtual Fotográfica Vertentes, de autoria de Valu Ribeiro, apresenta imagens de pessoas negras, em fotografias tiradas no Brasil, na África do Sul, na França e na Itália.
Vera Lúcia Ribeiro
Abre caminhos para a reflexão sobre a valorização da população negra, da cultura e da construção de uma sociedade antirracista e antissexismo.
A Exposição Vertentes faz parte da programação oficial do Círculo Brasileiro, ocorrida entre 18 e 30 de julho de 2023, concebida como atividade descentralizada do Mandela Day 2023: Festival Internacional, Multidisciplinar e Multicultural — Educação, Democracia e Antirracismo.
É uma realização Grupo Amandla - Unilab, coordenado pela ex-Ministra Matilde Ribeiro epela Professora Joana D’Arc Sousa Lima, em 18 cidades dos Estados da Bahia, do Ceará, de Minas Gerais, do Paraná, de Pernambuco e de São Paulo, e do Distrito Federal.
Assista ao video da exposição, acessando este link.
Para conhecer a artista Vera Lúcia (Valu) Ribeiro e alguns de seus trabalhos, visite seu Canal no YouTube.