Segurança em Contexto Global

Segurança em Contexto Global

Acadêmico Emérito da Academia Paulista de Direito, o jurista Tarso Genro, que foi Governador do Rio Grande do Sul, Prefeito de Porto Alegre, Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro das Relações Institucionais da Presidência da República, apresenta importante reflexão sobre o tema da Segurança, em Contexto Global.

Assista, aqui:

Corregedoria-Geral de Justiça de São Paulo e a construção da ética jurídica

Corregedoria-Geral de Justiça de São Paulo  e a construção da ética jurídica

Em pio­neira e cora­josa ini­cia­ti­va da Cor­rege­do­ria-Ger­al de Justiça de São Paulo„  basea­da em pro­je­to elab­o­ra­do pelo atu­al pres­i­dente do Tri­bunal Supe­ri­or do Tra­bal­ho, Min­istro Luiz Philippe Vieira de Mel­lo Fil­ho, quan­do desem­pen­hou a função de Con­sel­heiro do Con­sel­ho Nacional de Justiça, deter­mi­nou-se que juízes e juízas em exer­cí­cio em  Varas espe­cial­izadas em Dire­ito Empre­sar­i­al e Recu­per­ação Judi­cial de empre­sas prestem infor­mações sobre sua par­tic­i­pação em even­tos orga­ni­za­dos ou patroci­na­dos por admin­istradores judi­ci­ais, con­cil­i­adores e leiloeiros, aux­il­iares da justiça que são escol­hi­dos e nomea­d­os por juízes e juízas, receben­do paga­men­to pelo tra­bal­ho desem­pen­hado em proces­sos de respon­s­abil­i­dade dessas varas espe­cial­izadas, fix­a­do pelos próprios juízes e juízas.. Igual­mente, ess­es aux­il­iares da justiça devem prestar infor­mações sobre a par­tic­i­pação e pre­sença de juízes e juízas nos even­tos que orga­ni­zam ou patrocinam.

As infor­mações serão pub­li­cadas pelo Tri­bunal de Justiça de São Paulo, por meio da elab­o­ração de cadas­tro, sendo cer­to que providên­cias de esclarec­i­men­to serão tomadas pela Cor­rege­do­ria-Ger­al, na medi­da em que forem iden­ti­fi­ca­dos riscos de con­fli­to de inter­ess­es ou de com­pro­me­ti­men­to da inde­pendên­cia funcional.

Do cadas­tro tam­bém con­starão infor­mações sobre fun­cionários e sócios de empre­sas de leiloeiros, admin­istradores e con­cil­i­adores, inclu­sive sobre even­tu­al con­tratação de par­entes.

O ato é de lavra da Cor­rege­do­ra-Ger­al de Justiça de São Paulo, a Desem­bar­gado­ra Sil­via Rocha, primeira mul­her a desem­pen­har a impor­tante função, des­de a fun­dação do Tri­bunal de Justiça, no sécu­lo XIX.

A Acad­e­mia Paulista de Dire­ito cumpri­men­ta a Desem­bar­gado­ra Sil­via Rocha pela ini­cia­ti­va, por sua relevân­cia para a con­strução e ren­o­vação da éti­ca jurídi­ca, assim como para o apri­mora­men­to do proces­so civ­i­liza­cional do dire­ito, em nos­so País, elo­gio esten­di­do ao Min­istro Luiz Philippe Viera de Mel­lo, do Tri­bunal Supe­ri­or do Trabalho.

O  tam­bém impor­tante e cora­joso pro­je­to elab­o­ra­do pelo Min­istro Luiz Philipe Viera de Mel­lo Fil­ho para o Con­sel­ho Nacional de Justiça não foi aprova­da, na época de sua apre­sen­tação, muito emb­o­ra ten­ha con­ta­do com o apoio da então Pres­i­dente do órgão, a hoje aposen­ta­da Min­is­tra Rosa Weber, do Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al, que real­i­zou, impor­tantes ini­cia­ti­vas para apri­morar a éti­ca do tra­bal­ho no mes­mo STJ.

Homenagem a Thereza Arruda Alvim

Homenagem a Thereza Arruda Alvim

Acadêmi­ca Tit­u­lar da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Pro­fes­so­ra Tit­u­lar da Fac­ul­dade de Dire­ito da Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católi­ca de São PauloPUC.SP, insti­tu­ição em que se gradu­ou e seguiu, com bril­ho, a car­reira docente, nos cur­sos de Grad­u­ação, espe­cial­iza­ção, Mestra­do e Doutora­do, que aju­dou a cri­ar, for­man­do ger­ações de juris­tas, Thereza Celi­na Diniz Arru­da Alvim. Na PUC.SP, ain­da, exerceu a função de Asses­so­ra Jurídi­ca da Reitoria.

Foi fun­dado­ra da FADISPFac­ul­dade Autôno­ma de Dire­ito, na qual implan­tou os cur­sos de Grad­u­ação e Pós-Grad­u­ação em Direito.

Proces­su­al­ista recon­heci­da por seus tra­bal­hos acadêmi­cos e lições, no Brasil e no exterior.

Na Advo­ca­cia, além de ter sido Procu­rado­ra do Esta­do de São Paulo, exercendo a função de con­sul­to­ria na Sec­re­taria de Justiça de São Paulo, fun­dou, em 1960, ao lado do mari­do, Pro­fes­sor José Manoel Arru­da Alvim Net­to, uma das mais respeitadas ban­cas jurídi­cas brasileiras, pela qual pas­saram inúmeros dis­cípu­los e dis­cípu­las dos queri­dos e saudosos Pro­fes­sores, ali se nota­bi­lizan­do, pela excelên­cia acadêmi­ca e advo­catí­cia, seus fil­hos Tere­sa Arru­da Alvim e Eduar­do Arru­da Alvim, Académi­cos Tit­u­lares da APD e pro­fes­sores da PUC.SP.

Pub­li­cou, no Brasil e no exte­ri­or, arti­gos e livros sobre Dire­ito Proces­su­al Civ­il, Dire­ito do Con­sum­i­dor, Dire­ito Admin­is­tra­ti­vo e Dire­ito Constitucional.

Em recon­hec­i­men­to por sua tra­jetória pio­neira, rece­beu, em 2017, o Colar do Méri­to Judi­ciário do Tri­bunal de Justiça de São Paulo - TJSP.

Rece­beu, ain­da,  inúmeras hom­e­na­gens, den­tre as quais, em 2026, a real­iza­da pela PUC.SP, pelo Insti­tu­to Brasileiro de Dire­ito Proces­su­alIBDP, pelo pro­je­to “Mul­heres no Proces­so”, no últi­mo Con­gres­so de Dire­ito Proces­su­al Civ­il: “este Con­gres­so não pode­ria escol­her alguém mel­hor para hom­e­nagear do que a Pro­fes­so­ra Thereza Alvim”, afir­mou o proces­su­al­ista e jusam­bi­en­tal­ista Anto­nio Her­man Ben­jamin, Pres­i­dente do Supe­ri­or Tri­bunal de Justiça e ex-Pro­mo­tor e , depois,  Procu­rador de Justiça do Esta­do de São Paulo, ao lem­brar, tam­bém, a importân­cia do Desem­bar­gador do TJSP e Pro­fes­sor José Manoel Arru­da Alvim Net­to.

No mes­mo even­to, a imi­nente proces­su­al­ista Nan­cy Andrighi, Min­is­tra do STJ, fez lem­brar os dois Pro­fes­sores José Manoel e Thereza, que “a levari­am a um pas­sa­do de feli­ci­dade, porque tín­hamos uma Pro­fes­so­ra que cui­da­va dos alunos, nos ouvia e ori­en­ta­va.” Para Nan­cy Andrighi, o maior lega­do de Thereza Alvim “para nós, mul­heres, é a demon­stração de que a sen­si­bil­i­dade e a firmeza não são exclu­dentes. Thereza abriu o cam­in­ho para que hoje pudésse­mos ter con­gres­sos inteiros de mul­heres proces­su­al­is­tas, mostran­do-nos que é pos­sív­el ser uma jurista de van­guar­da, uma mãe ded­i­ca­da e uma pro­fes­so­ra apaixon­a­da, tudo em uma mes­ma vida.”

Já o Min­istro Ribeiro Dan­tas, tam­bém do STJ, referiu a pro­fun­di­dade da obra de Thereza, no “trata­men­to das questões prévias”, a delim­i­tação da coisa jul­ga­da, esta­b­ele­cen­do critérios ino­vadores e duradouros doutrinários.

Para João Grandi­no Rodas, anti­go Reitor da Uni­ver­si­dade de São Paulo e Dire­tor da Fac­ul­dade de Dire­ito da mes­ma insti­tu­ição, atu­al Pres­i­dente do Cen­tro de Estu­dos de Dire­ito Econômi­co e SocialCEDES, “a firmeza ser­e­na da Pro­fes­so­ra Thereza Alvim, que inspirou e for­mou mil­hares de alunos, será sem­pre lem­bra­da”.

Para Alber­to Luc­chi, que é Advo­ga­do-Sênior de Arru­da Alvim e Advo­ga­dos Asso­ci­a­dos, Mes­tran­do do CEDES, “a Pro­fes­so­ra Thereza foi uma refer­ên­cia de profis­sion­al­is­mo e ded­i­cação, além do espíri­to famil­iar, acol­hen­do-me e dan­do opor­tu­nidade de me desen­volver como advo­ga­do. Já me faz falta”.

Rober­ta de Bra­gança Fre­itas Attié, Advo­ga­da e Dire­to­ra de Redação da POLIFONIA Revista Inter­na­cional da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, que tra­bal­hou com a Pro­fes­so­ra Thereza, tan­to em seu escritório quan­to na Revista Forense„ disse ter con­heci­do “os queri­dos Pro­fes­so­ra Thereza e Pro­fes­sor José Manoel já mais vel­hos. A Pro­fes­so­ra Thereza abriu seu escritório para meu retorno à advo­ca­cia. Tive a opor­tu­nidade de tra­bal­har a seu lado e con­viv­er com seu saber.  O Pro­fes­sor José Manoel acol­heu-me como sua ori­en­tan­da, na PUC.SP. Guar­do lem­branças e lições pre­ciosas dos queri­dos Pro­fes­sores, líderes e juris­tas exem­plares que sem­pre serão lem­bra­dos. Que sua chega­da aos céus pos­sa ser cel­e­bra­da pelos que lá já estão des­cansan­do em paz.”

Para o Pro­fes­sor e Advo­ga­do Viní­cius Andrade, que tam­bém advo­gou no escritório Arru­da Alvim, “alguns mestres não ape­nas ensi­nam o Dire­ito; aju­dam a escrevê-lo. A pro­fes­so­ra Thereza per­tence a essa rara cat­e­go­ria. Sua ausên­cia será pro­fun­da­mente sen­ti­da, mas o seu lega­do con­tin­uará ilu­mi­nan­do os cam­in­hos da ciên­cia jurídi­ca con­tem­porânea”.

Para Dulce Cal­mon, ex-Pro­fes­so­ra de Dire­ito da FADISP, “a Dra. Thereza Alvim foi muito mais do que uma grande jurista: foi uma ami­ga queri­da da vida acadêmi­ca. Sua inteligên­cia, per­son­al­i­dade mar­cante e ded­i­cação ao ensi­no deixaram pro­fun­das mar­cas em min­ha vida”.

Mar­co Aurélio Tavares Fran­cis­co, Advo­ga­do e Secretário-Ger­al do Cedes, ex-Secretário-Ger­al da FADISP, lem­brou de sua amizade e admi­ração pela Pro­fes­so­ra: “foi uma grande hon­ra tra­bal­har ao lado d Thereza Alvim por mais de uma déca­da, acom­pan­han­do a implan­tação dos cur­sos de grad­u­ação e de pós-grad­u­ação lato e stric­to sen­su da FADISP. Sua extra­ordinária capaci­dade de reunir pes­soas, sua visão práti­ca e sua ded­i­cação mar­caram ger­ações. No cam­po acadêmi­co, deixou grande con­tribuição ao Dire­ito Proces­su­al Civ­il, espe­cial­mente por seu amor ao proces­so de con­hec­i­men­to O dire­ito de estar em juí­zo. Obri­ga­do!

A Acad­e­mia Paulista de Dire­ito pres­ta hom­e­nagem a sua ilus­tre ex-Pres­i­dente, sua memória ficará guarda­da e sua con­tribuição jurídi­ca fun­da­men­tal preser­va­da para a ciên­cia e para a práti­ca do Dire­ito em nos­so país. Seus fil­hos Eduar­do e Tere­sa, cuja tra­jetória de ensi­no, pesquisa e advo­ca­cia hon­ram a for­mação de seus pais, encam­in­ham com hon­ra e bril­ho esse legado.

A APD per­manecerá em luto, por sete dias.

CNN Brasil: Antonio Carlos Rodrigues do Amaral opina sobre o tarifaço, negociações e reação brasileiras

CNN Brasil: Antonio Carlos Rodrigues do Amaral opina sobre o tarifaço, negociações e reação brasileiras

 

O Acadêmi­co Tit­u­lar da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Anto­nio Car­los Rodrigues do Ama­r­al,  advo­ga­do, con­sel­heiro dde proces­so de nego­ci­ação e con­sul­tor inter­na­cional, teve impor­tante par­tic­i­pação no pro­gra­ma WW da CNN Brasil, fazen­do esclarec­i­men­tos e opinan­do sobre as relações com­er­ci­ais entre Brasil e Esta­dos Unidos, ao avaliar o pas­so das nego­ci­ações e a reação do gov­er­no brasileiro.

Leia a matéria e assista aqui.

 

 

 

Alfredo Attié em Perfil Poder

Alfredo Attié em Perfil Poder

A con­vite do advo­ga­do e jor­nal­ista Paulo Rober­to Maluf, que foi Dire­tor-Pres­i­dente da Fun­dação Padre Anchi­eta e da TV Cul­tura,  Alfre­do Attié esteve no pro­gra­ma Per­fil Poder, da TV Caras, Caras Brasil e Grupo Per­fil.

Durante a entre­vista, Attié falou sobre o Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al, o for­t­alec­i­men­to da democ­ra­cia, a importân­cia da Con­sti­tu­ição de 1988, a mag­i­s­tratu­ra, os dire­itos humanos, a crise climáti­ca, o dire­ito ambi­en­tal e os desafios insti­tu­cionais do país.

O jurista, filó­so­fo e escritor tam­bém comen­tou sua visão sobre o futuro da Justiça, a par­tic­i­pação pop­u­lar nas insti­tu­ições, a for­mação de novos profis­sion­ais do Dire­ito e os cam­in­hos para uma sociedade mais democráti­ca e inclusive.

Uma con­ver­sa agradáv­el com Paulo Rober­to, na qual relem­braram a figu­ra do ami­go comum Wal­ter Cenevi­va, ten­do Attié ain­da fal­a­do de sua infân­cia, sua opção pelo dire­ito e pela justiça, e de sua família.

Veja os basti­dores, e assista, aqui, ou a seguir, à entre­vista com­ple­ta, ou, ain­da, no site de TV Caras.

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Paulo Betti em São Paulo, em quatro apresentações

Paulo Betti em São Paulo, em quatro apresentações

Um dos artis­tas mais pre­mi­a­dos e queri­dos do públi­co brasileiro, Paulo Bet­ti traz a São Paulo a peça “Auto­bi­ografia auto-risa­da”, que criou a par­tir de seus próprios escritos de ado­lescên­cia e dos arti­gos que pub­li­cou, por trin­ta anos, no jor­nal de Rafard, local­i­dade em que nasceu, em 1952,  no inte­ri­or do Esta­do de São Paulo, vila  fun­da­da em 1883, em que vivi­am imi­grantes Ital­ianos, que ali se esta­b­ele­ce­r­am como colonos, entre a cul­tura da cana-de-açú­car, alça­da a dis­tri­to de Capi­vari, em 1929,  tor­nan­do-se cidade, em 1964.

Paulo estu­dou na Esco­la de Comu­ni­cação e Artes da Uni­ver­si­dade de São Paulo ECA.USP e foi pro­fes­sor da Uni­ver­si­dade Estad­ual de Camp­inas — UNICAMP. Na peça, rep­re­sen­ta vários per­son­agens que pas­saram por sua vida, seu pai, mãe e avó, na inter­pre­tação cati­vante de um tex­to de emo­cionar muito, pro­por­cio­nan­do ao públi­co uma exper­iên­cia tocante e divertida.

Soz­in­ho, no pal­co, Paulo dá luz a uma exper­iên­cia de múlti­plas vozes , apon­tan­do fac­etas de si, no cur­so de uma for­mação rica de real­i­dade envolvi­da pela fan­ta­sia que entretém os pon­tos da existên­cia ple­na e mul­ti­forme do artista.

Ten­do ini­ci­a­do sua car­reira no Teatro, com Boca de Ouro, em 1972, Paulo inter­pre­tou tex­tos mem­o­ráveis, como Feliz Ano Vel­ho, O Deus da Carnific­i­na, Assim é… se lhe Parece, O Ami­go da Onça, Comé­dia da Vida Pri­va­da e Na Car­reira do Divi­no, entre tan­tas out­ras. Pop­u­lar­i­zou-se na Tele­visão, e se desta­cou no Cin­e­ma, em filmes como Chatô, Cafundó, Queri­do Estran­ho, Zuzu Angel, Mauá, Guer­ra de Canudos, Irma Vap, Sig­no da Cidade e Oriundi.

No Teatro e no Cin­e­ma, ain­da foi dire­tor e autor.

Rece­beu vários prêmios, entre os quais Gov­er­nador do Esta­do, Asso­ci­ação Paulista dos Críti­cos de Arte – APCA, Troféu Mambe­m­be, APETESP,  Cin­e­ma de Gra­ma­do, como ator e diretor.

Assi­s­tir à inter­pre­tação de Paulo Bet­ti  o Teatro ee uma exper­iên­cia imperdív­el e inesquecível.

Peça: Auto­bi­ografia Auto-risada

Tex­to e Inter­pre­tação: Paulo Betti

Direção: Juliana Bet­ti e Rafael Ponzi

Cenário: Mana Bernardes Fig­uri­no: Leti­cia Ponzi

Ilu­mi­nação: Dani Sanchez e Luiz Paulo Neném

Direção de Movi­men­to: Miri­am Weitzman

Pro­gra­mação Visu­al: Mana Bernardes

Tril­ha Sono­ra: Pedro Bernardes

Fotografia: Mau­ro Khouri

Coor­de­nador de Pro­dução: Fab­rí­cio Chianello

 

Qua­tro apre­sen­tações em São Paulo:

 

Teatro Arthur Azevedo

em jul­ho:

Dias 24 e 25/07, sex e sáb, 20hs

Av. Paes de Bar­ros, 955 — Alto da Mooca, São Paulo

e

Teatro Paulo Eiró

em agos­to:

Dias 7 e 8/08, sex e sáb, 20hs

Av. Adol­fo Pin­heiro, 765 – San­to Amaro.

Para essas qua­tro apre­sen­tações, os ingres­sos são gra­tu­itos, deven­do ser reti­ra­dos a par­tir das 19 hs, nas bil­hete­rias das salas teatrais.

O Direito a uma Leitura de Qualidade e a Construção da Igualdade

O Direito a uma Leitura de Qualidade e a Construção da Igualdade

O jor­nal­ista, escritor e tradu­tor Mario Ser­gio Con­ti entre­vis­tou, em seu pro­gra­ma Diál­o­gos, na Globo News, o ensaís­ta, pro­fes­sor e escritor José Castilho.

Em con­ver­sa extrema­mente agradáv­el e de alta qual­i­dade quan­to aos ensi­na­men­tos trazi­dos por Castil­ho, con­hece­mos as razões do cresci­men­to de leitores e leitoras, no Brasil, entre 2006 e 2015, graças às políti­cas públi­cas imple­men­tadas pelo Gov­er­no Fed­er­al, nas gestões de Lula e Dil­ma, com as Feiras Literárias, as Bib­liote­cas em prati­ca­mente noven­ta e cin­co por cen­to dos Municí­pios brasileiros e a for­mação dos agentes de leitu­ra, bem como o que ago­ra está real­izan­do  o Esta­do brasileiro, com a cri­ação da Câmara Per­iféri­ca do Livro, em tra­bal­ho árduo para recu­per­ar o número de leitores – per­di­dos durante os regimes anti­democráti­cos, de 2016 até a restau­ração democráti­ca em 2023. A pro­fes­so­ra Eliana Yunes, cita­da por Castil­ho, afir­ma­va a relação ínti­ma entre leitu­ra e democ­ra­cia, ideia-vetor das políti­cas implementadas.

Mário Ser­gio, como sem­pre, teve um papel exce­lente, na entre­vista, falan­do com pro­priedade e saben­do recon­hecer a qual­i­dade do entre­vis­ta­do, tiran­do dele o mel­hor. Castil­ho trouxe dados e lições impor­tantes, como ver­dadeiro mestre da leitura.

Castil­ho criou e dirigiu a Edi­to­ra da UNESP.

Assista ao pro­gra­ma a seguir, ou aqui.

LGBTQIA+, Deseinformação e Democracia, em evento do SASP e do CA 22 de Agosto, na PUC.SP

LGBTQIA+, Deseinformação e Democracia, em evento do SASP e do CA 22 de Agosto, na PUC.SP

O Sindi­ca­to de Advo­gadas e Advo­ga­dos de São Paulo — SASP, o Cen­tro Acadêmi­co XXII de Agos­to, com o apoio da  Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católi­ca de São Paulo — PUC.SP realizaram con­fer­ên­cia sobre diver­si­dade, desin­for­mação e democ­ra­cia, no dia 15 de maio de 2026.

A con­fer­ên­cia “LGBTQIA+, Desin­for­mação e Democ­ra­cia”, pro­movi­da pela Comis­são de Diver­si­dade Sex­u­al do SASP reuniu estu­dantes, pro­fes­so­ras e pro­fes­sores, juris­tas e ativis­tas de movi­men­tos soci­ais, lig­a­dos à luta LGBTQIA+ e aos dire­itos humanos, em impor­tantes diál­o­go e reflexão sobre a con­strução de uma sociedade mais inclu­si­va, tol­er­ante, antidis­crim­i­natória e democrática.

Durante a con­fer­ên­cia, os debate­dores abor­daram temas cen­trais como o com­bate à desin­for­mação, os pre­con­ceitos enfrenta­dos pela pop­u­lação LGBTQIA+, a ausên­cia de políti­cas públi­cas efe­ti­vas, a fal­ta de opor­tu­nidades e os impactos da vio­lên­cia e da exclusão social sobre essa comunidade.

Falaram, durante o encon­tro, que teve inten­sa par­tic­i­pação do públi­co, Flávia Piovesan, Alfre­do Attié, Juliana Car­doso, Marce­lo Brito Guimarães, Car­mo Dal­la Vec­chia, Eduar­do Piza e Adriel­li de Bar­ca Coel­ho.

O SASP foi rep­re­sen­ta­do pelo pres­i­dente Mar­cus Seixas e pelos dire­tores Takao Amano, Cyn­tia Ruiz Bra­ga e Luciano Bar­bosa.

Assista, a seguir, ao even­to, ou no Canal SASP, no YouTube.

 

 

Veja algu­mas fotos do evento:

 

Rosa Nery é Professora Titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Rosa Nery é Professora Titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Uma das mais impor­tantes juris­tas brasileiras, de recon­hec­i­men­to inter­na­cional, a Desem­bar­gado­ra  Rosa Maria Bar­reto Bor­riel­lo de Andrade Nery tornou-se, por aprovação em con­cur­so públi­co, Pro­fes­so­ra Tit­u­lar de Dire­ito Civ­il da Fac­ul­dade de Dire­ito da Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católi­ca de São Paulo — PUC.SP, no dia três de jun­ho de 2026.

 

Hoje sócia tit­u­lar do impor­tante escritório de advo­ca­cia Nery Advo­ga­dos, Rosa Nery foi  Pro­fes­so­ra Asso­ci­a­da de Dire­ito Civ­il da Fac­ul­dade de Dire­ito da PUC/SP. Livre-Docente, Douto­ra e Mestre em Dire­ito pela mes­ma insti­tu­ição, uma das prin­ci­pais esco­las brasileiras de dire­ito.. É árbi­tra em diver­sas câmaras de arbi­tragem do Brasil, desta­can­do-se as do Cen­tro de Arbi­tragem e Medi­ação da Câmara de Comér­cio Brasil-Canadá e da Fed­er­ação das Indús­trias do Esta­do de São Paulo/ Cen­tro das Indús­trias do Esta­do de São Paulo — FIESP/CIESP. Foi Procu­rado­ra de Justiça do Min­istério Públi­co do Esta­do de São Paulo por 20 anos e Desem­bar­gado­ra do Tri­bunal de Justiça o Esta­do de São Paulo por 15 anos. É tit­u­lar da cadeira número 55 da Acad­e­mia Paulista de Letras Jurídi­cas, mem­bro da Acad­e­mia Brasileira de Dire­ito Civ­il, da Acad­e­mia Taubateana de Letras Jurídi­cas, da Asso­ci­ação de Dire­ito de Família e das Sucessões — ADFAS, e da Asso­ci­ação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealo­gia. É fun­dado­ra e tit­u­lar da União dos Juris­tas Católi­cos de São Paulo. É auto­ra da obra Intro­dução ao Pen­sa­men­to Jurídi­co e à Teo­ria Ger­al do Dire­ito Pri­va­do, obra vence­do­ra do 1º lugar do Prêmio Jabu­ti de 2008, como mel­hor livro de Dire­ito. Coor­de­nado­ra, jun­ta­mente com Nel­son Nery Jr., da Revista de Dire­ito Pri­va­do da Edi­to­ra Revista dos Tri­bunais. É, ain­da, auto­ra de diver­sas obras de grande influên­cia e acata­men­to no meio acadêmi­co, nos Tri­bunais do país, bem como per­ante órgãos admin­is­tra­tivos, e de impor­tante cir­cu­lação no mer­ca­do jurídi­co nacional e inter­na­cional. É Pro­fes­so­ra do cur­so de grad­u­ação e de pós-grad­u­ação em Dire­ito da PUC/SP e Pro­fes­so­ra colab­o­rado­ra do Cen­tro Uni­ver­sitário Ítalo-Brasileiro.

Foi Rela­to­ra do ino­vador Antepro­je­to de Mudança e Atu­al­iza­ção do Códi­go Civ­il, que trami­ta, hoje, pelo Con­gres­so Nacional.

Rosa Nery é Acadêmi­ca Tit­u­lar da Acad­e­mia Paulista de Dire­itoAPD, da qual foi Pres­i­dente.

A Ban­ca Exam­i­nado­ra foi pre­si­di­da pela tam­bém Pro­fes­so­ra Tit­u­lar da PUC.SP e Acadêmi­ca Tit­u­lar da APD,  a pres­ti­gia­da jurista e auto­ra de exten­sa e impor­tante obra jurídi­ca Maria Hele­na Diniz.

A APD hom­e­nageia a Pro­fes­so­ra Rosa Nery, cuja con­tribuição docente e doutrinária tem-se mostra­do fun­da­men­tal para a con­strução do dire­ito pri­va­do, respon­sáv­el pela for­mação de ger­ações de juris­tas, escrito­ra pre­mi­a­da, leg­is­lado­ra, con­sul­to­ra, juíza, árbi­tra e advo­ga­da, que inspi­ra a todos os brasileiros e brasileiras pelo vig­or e pro­fun­di­dade de suas lições e pelo caráter éti­co de sua con­du­ta e exemplo.

 

João Silvério na Academia Paulista de Direito: inauguração do Centro de Direitos Humanos/APD

João Silvério na Academia Paulista de Direito: inauguração do Centro de Direitos Humanos/APD

Assista à cer­imô­nia de inau­gu­ração do Cen­tro Inter­na­cional de Dire­itos Humanos da Acad­e­mia Paulista de Dire­itoCIDH/APD, vin­cu­la­do à Cadeira San Tia­go Dan­tas.

O escritor e ativista João Sil­vério Tre­visan foi o con­vi­da­do a pro­ferir a Aula Magna, em even­to coor­de­na­do pelo Pres­i­dente da APD, Tit­u­lar da Cadeira San Tia­go Dan­tas e Dire­tor do CIDH/APD, Alfre­do Attié.

A cer­imô­nia de posse de pesquisado­ras e pesquisadores foi real­iza­da na Are­na Tre­visan Esco­la de Negó­cios.

O CIDH/APD, vin­cu­la­do à cadeira San Tia­go Dan­tas, é um dos ACADEMIA PESQUISA, insti­tu­tos, núcleos, cen­tros e gru­pos de pesquisa, estu­dos, exten­são e par­tic­i­pação da sociedade da APD.

 

 

Publicadas as Sessões do I Congresso Internacional da APD, realizado em dezembro de 2018

Publicadas as Sessões do I Congresso Internacional da APD, realizado em dezembro de 2018

A Acad­e­mia Paulista de Dire­ito real­i­zou seu I Con­gres­so Inter­na­cional nos dias 3, 4 e 5 de dezem­bro de 2018.
O Tema do Con­gres­so foi Declar­ação Uni­ver­sal, as Con­sti­tu­ições Espan­ho­la, Por­tugue­sa e Brasileira: as Influên­cias, as Trans­for­mações e as Per­spec­ti­vas na Con­strução dos Dire­itos Humanos e da Democ­ra­cia.
Bus­ca­va respon­der às qões:uest Nos­sos Dire­itos são os mes­mos Dire­itos declar­a­dos há 70 anos? Somos os mes­mos Humanos referi­dos nes­sa impor­tante Declar­ação? Uni­ver­sal? As trans­for­mações, as per­spec­ti­vas, as influên­cias, vis­tas a par­tir de nos­sa real­i­dade e de nos­sa exper­iên­cia. E do que pudemos delas fazer.
A Declar­ação Uni­ver­sal dos Dire­itos Humanos fazia 70 anos. A Con­sti­tu­ição brasileira, 30 anos, à som­bra dos proces­sos de rede­moc­ra­ti­za­ção que ger­aram a Con­sti­tu­ição por­tugue­sa, havia 42 anos, e a espan­ho­la, havia 40 anos.
Como refle­tir, diante da real­i­dade atu­al e da crise que con­tex­tu­al­iza nos­so momen­to históri­co? E que pen­sar da história e da influên­cia desse gênero, que con­sti­tui a Declar­ação? O con­tex­to cul­tur­al da Rev­olução Amer­i­cana. O con­tex­to francês. As influên­cias cul­tur­ais na e da Declar­ação de 1948.
O que deve­mos às exper­iên­cias democráti­cas ante­ri­ores? França, Esta­dos Unidos, Grécia?
Muito a pen­sar, mas sobre­tu­do a fin­car, numa exper­iên­cia diver­sa e orig­i­nal que é a nos­sa, no con­tex­to latino-americano
Todos ess­es temas fiz­er­am-se obje­tos de reflexão e debate por meio da par­tic­i­pação de Pro­fes­sores, Pro­fes­so­ras, Pesquisadores, Pesquisado­ras e Profis­sion­ais do Dire­ito e de out­ros Saberes, durante aque­les três dias marcantes

Tive­mos a pre­sença hisótri­ca de José Gre­gori, de Fabio Kon­der Com­para­to e de Lisete Are­laro, den­tre tan­tos par­tic­i­pantes que hon­raram o even­to do APD, em seu Con­gres­so que retoma­va o pas­so e o pro­tag­o­nis­mo da mais impor­tante enti­dade rep­re­sen­ta­ti­va dos juris­tas brasileiros e paulis­tas, na con­strução do proces­so civ­i­liza­cional do direito.

Assista, a seguir,  às Onze Sesõess do I Con­gres­so Inter­na­cional da Acad­e­mia Paulista de Direito.

É pos­sív­el tamém ass­bi­s­tir às Sessões dos Con­gres­sos Inter­na­cionais da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito pos­te­ri­ores, aces­san­do os seguintes links:

II Con­gres­so Internacional,

III Con­gres­so Inter­na­cional e

IV Con­gres­so Inter­na­cional. 1. dia; 2. dia; 3. dia

 

Sessão de Abertura

Entre­ga do Tit­u­lo de Acadêmi­co Eméri­to a José Gregori

3a. Sessão

4a. Sessão

5a. Ses­sao

6a. Sessão

7a. Sessão

8a. Sessão

9a. Sessão

10a. Sessão

Sessão de Encer­ra­men­to e de Entre­ga do Títu­lo de Acadêmi­co Eméri­to a Fabio Coparato

A seguir, con­fi­ra o  Pro­gra­ma inte­gral do Con­gres­so, real­iza­do na Facul­dade de Dire­ito da USP.

Dia 3/12

9:00
Aber­tu­ra – Mesa Oficial

ALFREDO ATTIÉ JR. — PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE DIREITO, ACADÊMICO TITULAR DA CADEIRA SAN TIAGO DANTAS, DESEMBARGADOR NO TJSP

FLORIANO DE AZEVEDO MARQUES NETO – DIRETOR DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

ARTUR MARQUES DA SILVA FILHO – VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

ELIVAL DA SILVA RAMOS — REPRESENTANDO O REITOR DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, VAHAN AGOPYAN

SÉRGIO SEIJI SHIMURA – VICE-PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE DIREITO, ACADÊMICO TITULAR CADEIRA WALDEMAR MARTINS FERREIRA, DESEMBARGADOR DO TJSP

ÁNGEL VÁZQUEZ DÍAS DE TUESTA – CÔNSUL GERAL DA ESPANHA EM SÃO PAULO

BRIEUC PONT — CÔNSUL GERAL DA REPÚBLICA FRANCESA EM SÃO PAULO

PAULO JORGE NASCIMENTO — CÔNSUL-GERAL DE PORTUGAL EM SÃO PAULO

URS BRÖNNIMANN — CÔNSUL GERAL DA SUÍÇA EM SÃO PAULO

JOÃO GRANDINO RODAS – PRESIDENTE DO CEDES – CENTRO DE ESTUDOS DE DIREITO ECONÔMICO E SOCIAL

ANTONINHO MARMO TREVISAN – PRESIDENTE DA TREVISAN ESCOLA DE NEGÓCIOS

JOSÉ GREGORI – PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA USP

NÉRI DE BARROS ALMEIDA – COORDENADORA DO PACTO DE DIREITOS HUMANOS DA UNICAMP

VICENTE CARLOS Y PLÁ TREVAS – PRESIDENTE AMSUR

ANGELO DEL VECCHIO – FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO

NELSON FARIA DE OLIVEIRA – PRESIDENTE COMUNIDADE DOS JURISTAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

ALINE GOSTINSKI – DIRETORA DA TIRANT LO BLANCH BRASIL

RICARDO LEWANDOWSKI, MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, ACADÊMICO HONORÁRIO DA ACADEMIA PAULISTA DE DIREITO

10:30
Palestra Inaugural
DOUTOR JOSÉ GREGORI
Pres­i­dente da Comis­são de Dire­itos Humanos da Uni­ver­si­dade de São Paulo
Secretário Nacional dos Dire­itos Humanos (1997–2000)
Min­istro da Justiça (2000–2001)

11:30
Out­or­ga do Títu­lo de Acadêmi­co Eméri­to da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito ao
DOUTOR JOSÉ GREGORI

14:00–16:00 horas
MESA 1
Influên­cias das Con­sti­tu­ições Espan­ho­la e Por­tugue­sa na Con­sti­tu­ição Brasileira e Per­spec­ti­vas da Con­sti­tu­ição Cidadã
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR SERGIO SEIJI SHIMURA
Vice-Pres­i­dente da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Acadêmi­co Tit­u­lar da Cadeira Walde­mar Mar­tins Fer­reira, Desem­bar­gador do Tri­bunal de Justiça de São Paulo, Pro­fes­sor Dire­ito Proces­su­al Civ­il da Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católi­ca de São Paulo
Palestras:
DOUTORA MARIA PÉREZ-PEREIRA
Pro­fes­so­ra Tit­u­lar da Uni­ver­si­dad Fran­cis­co de Vitoria
DOUTOR IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
Pro­fes­sor Cat­e­dráti­co “Loyd Bra­ga” da Uni­ver­si­dade do Min­ho; Pro­fes­sor Eméri­to das Uni­ver­si­dades Macken­zie, Unip, Uni­fieo, Unif­mu, do Ciee/O Esta­do de São Paulo, Acadêmi­co Tit­u­lar da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Cadeira Manuel Fer­raz de Cam­pos Salles.
DOUTOR CELSO FERNANDES CAMPILONGO
Pro­fes­sor Tit­u­lar da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo.
DOUTOR NELSON FARIA DE OLIVEIRA
Pres­i­dente da Comu­nidade dos Juris­tas de Lín­gua Por­tugue­sa, Advogado

16:00–17:30 horas
MESA 2
Cul­turas, Per­ife­rias e Dire­itos Humanos
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR ANGELO DEL VECCHIO
Sociól­o­go, Dire­tor da Fun­dação Esco­la de Soci­olo­gia e Polîti­ca de São Paulo. Foi Pro­fes­sor da Uni­ver­si­dade Estad­ual Paulista Júlio de Mesqui­ta, Cam­pus de Araraquara.
DOUTOR ALFREDO ATTIÉ JR
Tit­u­lar da Cadeira San Tia­go Dan­tas da Acad­e­mia Paulista de Direito

Palestras
DOUTOR RALPH WILDE
Pro­fes­sor do Uni­ver­si­ty Col­lege da Uni­ver­si­dade de Londres

ALICE BAYILI
Admin­istrado­ra, atu­ou como Secretária da ONG África do Coração. É nat­ur­al de Burk­i­na Fas­so e tra­bal­ha no Colé­gio Equipe.

DOUTORA CLEIDE APARECIDA VITORINO
Advo­ga­da da Casa AmarE­las e pesquisado­ra da Casa das Áfric­as Ama­nar. Ativista dire­itos humanos rel­a­tivos a questões migratórias e dis­crim­i­natórias de diás­po­ra africana e ascendên­cia africana.

Per­for­mance de

WANESSA SABBATH
Artista, Per­former, ativista, tra­bal­ha na Casa AmarElas

DIA 4/12

9:00 – 10:45 horas
MESA 3
A Declar­ação Uni­ver­sal dos Dire­itos Humanos: Influências
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR JOÃO GRANDINO RODAS
Foi Reitor da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Foi Dire­tor da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Pro­fes­sor Tit­u­lar da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Pres­i­dente do Cen­tro de Estu­dos de Dire­ito Econômi­co e Social.
Palestras
BRIEUC PONT
Côn­sul Ger­al da Repúbli­ca France­sa em São Paulo.
DOUTOR WAGNER BALERA
Pro­fes­sor Tit­u­lar de Dire­itos Humanos e de Dire­ito Prev­i­den­ciário da Fac­ul­dade de Dire­ito da Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católi­ca de São Paulo.
DOUTOR ANDRÉ DE CARVALHO RAMOS
Pro­fes­sor Asso­ci­a­do da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Procu­rador da República
DOUTOR ANTONIO CARLOS RODRRIGUES DO AMARAL
Acadêmi­co Tit­u­lar da Cadeira Esmeraldino Ban­deira, Pro­fes­sor de Dire­ito Con­sti­tu­cional da Uni­ver­si­dade Macken­zie, Pro­fes­sor Vis­i­tante da Colum­bia Law School.

10:45–12:30 horas
MESA 4
Exper­iên­cias e Per­spec­ti­vas a par­tir da Declar­ação Uni­ver­sal de Dire­itos Humanos
Presidên­cia da Mesa
DOUTORA GEORGETTE NACARATO NAZO
Acadêmi­ca Tit­u­lar da Cadeira Nico­lau Nazo,
Pro­fes­so­ra Asso­ci­a­da da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo
Palestras:
DOUTOR ALFREDO ATTIÉ JR
Pres­i­dente da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Acadêmi­co Tit­u­lar da Cadeira San Tia­go Dan­tas, Doutor em Filosofia da Uni­ver­si­dade de São Paulo, na qual estu­dou Dire­ito e História, Desem­bar­gador no Tri­bunal de Justiça de São Paulo
DOUTOR LUÍS RENATO VEDOVATO
Pro­fes­sor-Doutor da Uni­ver­si­dade de Camp­inas, Pesquisador Asso­ci­a­do do Obser­vatório das Migrações em São Paulo, Doutor em Dire­ito da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo.
DOUTOR PEDRO DALLARI
Pres­i­dente da Comis­são Nacional da Ver­dade na apu­ração das graves vio­lações de dire­itos humanos per­pe­tradas pela ditadu­ra mil­i­tar brasileira, Pro­fes­sor Tit­u­lar de Dire­ito Inter­na­cional do Insti­tu­to de Relações Inter­na­cionais da Uni­ver­si­dade de São Paulo.

14–15:30 horas
MESA 5
Cidade e Cidadania
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVIERA
Acadêmi­co Tit­u­lar Cadeira Gabriel José Rodrigues de Rezende, Advogado
Palestras
DOUTORA TERESA CRISTINA DELLA MONICA KODAMA
Procu­rado­ra do Esta­do de São Paulo
DOUTOR VICENTE TREVAS
Pres­i­dente da AMSUR
DOUTORA LISETE REGINA GOMES ARELARO
Pro­fes­so­ra Tit­u­lar da Fac­ul­dade de Edu­cação da Uni­ver­si­dade de São Paulo

15:30–17:00 horas
MESA 6
Funções Essen­ci­ais à Real­iza­ção da Justiça e Dire­itos Humanos: Dire­ito Inter­no e Internacional
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR ANTONIO CARLOS MARCATO
Acadêmi­co Tit­u­lar da Cadeira Ronal­do Por­to Mace­do, Pro­fes­sor Asso­ci­a­do de Dire­ito Proces­su­al Civ­il da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Desem­bar­gador do Tri­bunal de Justiça de São Paulo, Procu­rador da Justiça do Min­istério Públi­co do Esta­do de São Paulo, Advogado
DOUTORA RAQUEL DODGE
Procu­rado­ra-Ger­al da Repúbli­ca (a confirmar)
DOUTORA GRACE MARIA FERNANDES MENDONÇA
Advo­ga­da-Ger­al da União
DOUTOR BRUNO MARTINELLI SCRIGNOLI
Defen­sor Públi­co do Esta­do de São Paulo
DOUTOR ERNESTO ESTEVES
Procu­rador do Municí­pio de Araraquara, Mestre em Dire­ito Inter­na­cional da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Coor­de­nador do Núcleo de Estu­dos em Tri­bunais Inter­na­cionais da Uni­ver­si­dade de São Paulo.
DOUTOR PEDRO SCURO NETO
Sociól­o­go, Dire­tor da Société Inter­na­tionale de Criminologie

17:00 horas
MESA 7: SUBMISSÕES
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR ANTONIO CARLOS MORATO
Acadêmi­co Tit­u­lar Cadeira Ben­jamim de Moraes Fil­ho, Pro­fes­sor Asso­ci­a­do de Dire­ito Civ­il da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Advogado.
DOUTOR EDUARDO REALE FERRARI
Acadêmi­co Tit­u­lar Cadeira Rui Bar­bosa, Pro­fes­sor-Doutor de Dire­ito Penal da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo.
Com­posição da Mesa
DOUTOR ANTONIA CARLOS MORATO, ACADÊMICO TITULAR DA CADEIRA BENJAMIM DE MORAES FILHO, PROFESSOR ASSOCIADO DA USP

DOUTOR EDUARDO REALE FERRARI, ACADÊMICO TITULAR DA CADEIRA RUI BARBOSA, PROFESSOR DOUTOR DA USP

DOUTOR ALFREDO ATTIÉ JR, ACADÊMICO TITULAR DA CADEIRA SAN TIAGO DANTAS E PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE DIREITO

PESQUISADORES E PESQUISADORAS DO CENTRO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS DE SÃO PAULO DA ACADEMIA PAULISTA DE DIREITO, CADEIRA SAN TIAGO DANTAS

GEORGIO TOMELIN
“O RESSARCIMENTO NA IMPROBIDADE PRESCRITA: A QUESTÃO DO DOLO “GENERALIZANTE” SEM ENRIQUECIMENTO OU DESVIOS INTENCIONAIS”
MARCOS ANTONIO DO CARMO JR.
“DIREITO AGRÁRIO-CONSTITUCIONAL: UMA CONTRIBUIÇÃO À EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS”
CARLOS PINHEIRO
“DECLARAÇÃO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS: MOVIMENTOS SOCIAIS INTERNACIONAIS E A MARGINALIZAÇÃO E CRIMINALIZAÇÃO DE TRAVESTIS EM SÃO PAULO”
MATHEUS PRESOTTO
“LAUDO N. 1/12 DO TRP: EVIDENCIAÇÃO DA TRÍPLICE PROTEÇÃO DA DEMOCRACIA E DOS DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL”
CLAUDIA LOUREIRO E DANIELA BUCCI
“A DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS: 70 ANOS ENTRE A ESPERANÇA E A REALIDADE”
RODOLFO MILHOMEN SOUSA
“A CONVENÇÃO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE TERRORISMO INTERNACIONAL: NECESSIDADE PERMANENTE E HISTÓRIA INACABADA”
LIZ HELENA SILVEIRA DO AMARAL RODRIGUES
“A CONSOLIDAÇÃO DA PROTEÇÃO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS E O CONTESTO HISTÓRICO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, SEUS TRABALHOS PREPARATÓRIOS E A PARTICIPAÇÃO DO REPRESENTANTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”
GABRIEL TOZATO
“PSICOLOGIA, POLÍTICAS PÚBLICAS E DIREITOS HUMANOS: UM RETRATO DAS JUVENTUDES BRASILEIRAS”
BÁRBARA BARBOSA
“PROGRAMA PRO SAVANA – DISPUTAS E RESISTÊNCIAS NA COOPERAÇÃO BRASILEIRA PARA O DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL EM MOÇAMBIQUE”
CAIO PRATA E GABRIEL COIMBRA RODRIGUES ABBOUD
“O PROJETO DEMOCRÁTICO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO E O AUTORITARISMO: O COLAPSO DA ORDEM DEMOCRÁTICA COMO EXPRESSÃO DE SUA NATUREZA ÚLTIMA”
FLÁVIO AUGUSTO SARAIVA STRAUSS
“DA APLICABILIDADE AO BRASIL DA CLÁUSULA DEMOCRÁTICA PREVISTA NO TRATADO UNIÃO EUROPEIA MERCOSUL E NOS PROTOCOLOS DE USHUAIA E ASSUNÇÃO, POR GRAVES E REITERADAS VIOLAÇÕES D DIREITOS HUMANOS E DO REGIME DEMOCRÁTICO ENTRE 2016 E 2018”
VITORIA LOMBELLO
“A (IN) EFICÁCIA DOS DIREITOS HUMANOS PARA A PROTEÇÃO DOS DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS”
JULIÁN CUASPA ROPAÍN
“ENTRELAÇAR A EDUCAÇÃO POPULAR COM O DESCOLONIAL: O QUE PODERIAM SER AS PEDAGOGIAS DESCOLONIAIS?
PAOLA BETTAMIO MENDES
“O IMPACTO DA CONSTITUIÇÃO DE 1988 SOBRE OS DIREITOS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BRASIL”
HAYDÉE PAIXÃO FIORINO SOULA
“A (RE) INVENÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS À LUZ DO DISCURSO SOBRE COLONIALISMO”

BRUNA ZENI
“DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES: AVANÇOS E RETROCESSOS”
NAIARA ALVES DA SILVA
“O MOVIMENTO NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS E A CONSTITUINTE DE 1987”

DIA 5/12

9:00–10:30
MESA 8
Con­sti­tu­ição, Cidada­nia e Dire­itos Humanos
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR NEWTON DE LUCCA
Acadêmi­co Tit­u­lar Cadeira Luís Bar­bosa da Gama Cerqueira, Pro­fes­sor Tit­u­lar Dire­ito Com­er­cial USP, Desem­bar­gador Fed­er­al TRF 3ª. Região
DOUTOR FAUZI HASSAN CHOUKR
Pro­fes­sor Tit­u­lar da FACAMP, Doutor em Dire­ito Penal da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Pro­mo­tor de Justiça do Esta­do de São Paulo
DOUTOR MARCUS ELIDIUS MICHELLI DE ALMEIDA
Pro­fes­sor da Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católi­ca de São Paulo, Juiz do Tri­bunal Region­al Eleitoral de São Paulo.

MESA 9
Con­sti­tu­ição, Dire­ito Trib­utário e Refor­mas: Dire­ito Inter­no e Dire­ito Internacional
Presidên­cia da Mesa
DOUTOR JOSÉ RAIMUNDO GOMES DA CRUZ
Acadêmi­co Tit­u­lar Cadeira Alfre­do de Araújo Lopes da Cos­ta, Procu­rador de Justiça do Min­istério Públi­co do Esta­do de São Paulo
Palestras
DOUTOR HELENO TAVEIRA TORRES
Acadêmi­co Tit­u­lar Cadeira Bernar­do de Moraes, Pro­fes­sor Tit­u­lar de Dire­ito Econômi­co, Finan­ceiro e Trib­utário da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Advogado
DOUTOR LUIS EDUARDO SCHOUERI
Acadêmi­co Tit­u­lar Cadeira Manuel da Cos­ta Man­so, Pro­fes­sor Tit­u­lar de Dire­ito Trib­utário da Uni­ver­si­dade de São Paulo, Advogado

14:00–18:00 horas
Cer­imô­nia de Encerramento
Reunião de Encer­ra­men­to do Ano do Cen­tro Inter­na­cional de Dire­itos Humanos de São Paulo da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Cadeira San Tia­go Dan­tas (pre­sença obri­gatória de pesquisado­ras e pesquisadores e coor­de­nadores e coordenadoras)

ENTREGA DE TÍTULOS ACADÊMICOS EMÉRITOS E TITULARES

PALESTRA
DOUTOR FÁBIO KONDER COMPARATO
Pro­fes­sor Eméri­to da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo
Pro­fes­sor Tit­u­lar da Fac­ul­dade de Dire­ito da Uni­ver­si­dade de São Paulo
Doutor da Uni­ver­si­dade de Paris
Doutor Hon­oris Causa da Uni­ver­si­dade de Coimbra

Entre­ga do Títu­lo de Acadêmi­co Eméri­to da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito ao
DOUTOR FÁBIO KONDER COMPARATO

Entre­ga do Títu­lo de Acadêmi­co Tit­u­lar aos Novos Acadêmi­cos Eleitos

Coque­tel de Encerramento.

Tudo é possível somente na Democracia: institucionalização do Conselhão

Dis­cur­so do sociól­o­go e ativista Fer­nan­do Guimarães, no Con­sel­ho do Desen­volvi­men­to Econômi­co Social e Sus­ten­táv­el da Presidên­cia da Repúbli­ca, cri­a­do pelo Pres­i­dente Luís Iná­cio Lula da Sil­va, em Brasília, Dis­tri­to Federal.

Assista, aqui.

Autonomia Financeira para o Banco Central?

Autonomia Financeira para o Banco Central?

O arti­go a seguir é de auto­ria de Pedro Paulo Zahluth Bas­tos, Pro­fes­sor do Insti­tu­to de Econo­mia da Uni­ver­si­dade Estad­ual de Camp­inas — Uni­camp. Dis­cute a impor­tante questão da autono­mia finan­ceira do Ban­co Cen­tral, pre­tendi­da pela PEC 65 de 2023.

Leia a seguir, ou na Fol­ha de S. Paulo/UOL, sua ver­são original.

“Autonomia financeira do Banco Central e os riscos da PEC 65

Pedro Paulo Zahluth Bastos

A ameaça de novo tar­i­faço de Don­ald Trump citou o Pix, o que lev­ou defen­sores da PEC 65, que dá ao Ban­co Cen­tral autono­mia orça­men­tária e finan­ceira, a exi­gir sua aprovação. Antes da ameaça, edi­to­r­i­al des­ta Fol­ha (“Con­gres­so pre­cisa dar autono­mia finan­ceira ao BC”, 24/5) defend­eu aprovar “com presteza”.

O Pix é patrimônio públi­co e merece blindagem própria, que dis­pen­sa a pro­pos­ta de emen­da con­sti­tu­cional em trami­tação no Sena­do — cujos três prob­le­mas graves nada têm a ver com o sis­tema de paga­men­tos instantâneos.

O primeiro é o aumen­to ime­di­a­to da dívi­da públi­ca. Por emi­tir moe­da que não paga juros, o gov­er­no tem o chama­do gan­ho de sen­ho­riagem (igual à taxa de juros mul­ti­pli­ca­da pela base mon­etária). Com a PEC, esse gan­ho deixaria de abater a dívi­da, porque pas­saria a finan­ciar os gas­tos do BC. Não é uma recei­ta lat­er­al: R$ 210 bil­hões de 2017 a 2025, R$ 23,3 bil­hões por ano. O orça­men­to atu­al do BC é de R$ 4,8 bil­hões, quase um quinto!

Causa per­plex­i­dade o con­traste entre a imen­sa froux­idão fis­cal que a PEC con­fere ao BC, dan­do recei­ta quase cin­co vezes maior que a atu­al, e o con­t­role dos gas­tos soci­ais exigi­do pelo mer­ca­do finan­ceiro e pelo pres­i­dente da instituição.

A mudança da natureza jurídi­ca do BC faz com que todos os títu­los públi­cos que ele tem para oper­ar a políti­ca mon­etária —R$ 2,86 tril­hões em dezem­bro de 2025 — passem a con­tar como dívi­da públi­ca. Descon­tadas as oper­ações com­pro­mis­sadas para levar a taxa de juros inter­bancária para a meta Sel­ic (R$ 990 bil­hões), que já con­tam hoje, o salto na dívi­da aprox­i­ma-se de R$ 1,87 tril­hão, ou 14,7% do PIB.

A PEC lib­era o BC de trans­ferir lucros ao Tesouro, mas não lib­era o Tesouro de cobrir pre­juí­zos. Em 2023, o pre­juí­zo arca­do foi de R$ 114 bil­hões. Parte dos lucros do BC viria dos títu­los públi­cos que o Tesouro repas­sou ao BC para a políti­ca mon­etária, cujos juros se tornar­i­am “receitas” do Ban­co Cen­tral. O alívio do Tesouro por deixar de cobrir o orça­men­to do BC, pro­pos­to pela PEC 65, é muito menor que os juros sobre a dívi­da adi­cional: com juros de 12,76%, como em janeiro de 2026, e supon­do a sen­ho­riagem crescer com o PIB nom­i­nal, a dívi­da cresce 5,5 pon­tos do PIB em 20 anos. Soma­da ao salto ime­di­a­to de 14,7% do PIB, a dívi­da do gov­er­no cresce­ria per­to de 20 pon­tos do PIB. Apos­to que muitos econ­o­mis­tas exi­girão cortes do gas­to social para com­pen­sar o aumen­to da dívi­da públi­ca trazi­do pela PEC.

O segun­do prob­le­ma é salar­i­al. O edi­to­r­i­al cel­e­bra que a PEC “pre­vê lim­ites para a expan­são das despe­sas”. Mas o teto de IPCA mais 2,5% só vale após a “recom­posição do quadro de pes­soal”, sem lim­ites. A apli­cação do teto remu­ner­atório do serviço públi­co ao Ban­co Cen­tral não é obri­ga­da expres­sa­mente pela PEC, com a ale­gação de que o BC pre­cis­aria com­pe­tir com ban­cos com­er­ci­ais por tal­en­to — argu­men­to que esquece o teto que apli­camos a juízes do STF.

O ter­ceiro pon­to é reg­u­latório e repub­li­cano. O edi­to­r­i­al pref­ere que os servi­dores migrem para a CLT, tratan­do a esta­bil­i­dade como “con­cessão infe­liz­mente necessária” ao corporativismo.

Ora, a esta­bil­i­dade não é bene­fí­cio cor­po­ra­ti­vo: é o que pro­tege o servi­dor que apli­ca mul­ta de R$ 1 bil­hão ou veta oper­ação de insti­tu­ição finan­ceira investigada.

Pode-se gostar ou não da autono­mia opera­cional do BC, aprova­da em 2021. Eu sug­eriria refor­mas para aumen­tar a rep­re­sen­ta­tivi­dade do Con­sel­ho Mon­etário Nacional. Porém, a PEC 65 não aumen­ta a autono­mia opera­cional. A jurisprudên­cia é clara: empre­ga­dos de enti­dade equipara­da à empre­sa públi­ca não têm esta­bil­i­dade. Tro­car car­reira de Esta­do por regime de emprego com fácil exon­er­ação (e fácil read­mis­são como car­go comis­sion­a­do), numa autori­dade que reg­u­la, super­vi­siona e san­ciona ban­cos pri­va­dos, ampli­fi­ca a por­ta giratória entre reg­u­la­do e reg­u­lador. E aumen­ta o risco de indi­cações políti­cas nada téc­ni­cas no BC. A autono­mia opera­cional e a con­dução repub­li­cana da insti­tu­ição não se sus­ten­tam sem a inde­pendên­cia fun­cional de seus servidores.

Os prob­le­mas reais (salários, taman­ho do quadro, inves­ti­men­to em tec­nolo­gias — inclu­sive no Pix) são solu­cionáveis por via infra­con­sti­tu­cional, sob aprovação anu­al da Lei Orça­men­tária, sem cri­ar uma exceção con­sti­tu­cional carís­si­ma e pouco repub­li­cana para o BC.

Querem pro­te­ger o Pix? Votem sua blindagem sem a PEC 65.”

Constituição e Religião: manipulação eleitoral e pregação antipolítica

Constituição e Religião: manipulação eleitoral e pregação antipolítica

Em entre­vista a Miguel do Rosário, da TV e Revista Fórum, Alfre­do Attié crit­i­ca o modo como a religião é uti­liza­da no espaço públi­co brasileiro.

O Tit­u­lar da Cadeira San Tia­go Dan­tas crit­i­ca a pre­sença de autori­dades e de can­didatos em even­tos reli­giosos, con­trar­ian­do o plu­ral­is­mo deter­mi­na­do pela Con­sti­tu­ição. Para o jurista, ess­es fatos deter­mi­nam a atu­ação mais efe­ti­va das autori­dades eleitorais.

Assista a seguir, ou aqui.