Em sete de março, o Presidente da Academia Paulista de Direito, Alfredo Attié, a convite do Professor Nuno Coelho, Diretor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo — FDRP.USP, proferiu Aula Magna aos calouros do Curso de Direito.
Attié falou sobre a relação crítica entre Filosofia e Política, a partir da perspectiva de que o direito se constituiria em processo civilizacional, capaz de engendrar uma terceira via para que o pensamento e a vida ativa se possam coadunar e vivificar-se mutuamente.
Assista à aula, a seguir, ou por meio do link original.
Entre os dias 1º e 5 de julho de 2024, a Università degli Studi di Roma I — La Sapienza — e seu Dipartimento di Studi Giuridici ed Economici, realizarão, sob a coordenação dos Professores Doutores Augusto Neves Dal Pozzo e Bruno José Queiroz Ceretta, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e Ines Ciolli e Francesco Bilancia, da Università di Roma I, a Cúpula Roma de Direito Público Itália-Brasil — Cupola Roma di Diritto Pubblico Italia-Brasile — e o Curso de Direito Público Itália-Brasil: Jornadas Ítalo-Brasileiras de Estudo - Corso di Diritto Pubblico Italia-Brasile: Goirnate di Studio Italo-Brasiliane.
O evento consistirá em exposições de renomados professores italianos e brasileiros, seguidas de debates entre os presentes. O objetivo é promover um ambiente intimista e informal, que favoreça o entrosamento acadêmico entre os presentes, em análises que farão revisitar temas clássicos do Direito Público, estimulando o intercâmbio científico entre os participantes e proporcionando a atualização de tópicos de relevância, visando ampliar as fronteiras do conhecimento atual.
O evento terá a participação, além dos organizadores, dos Professores Cesare Pinelli, Gaetano Azzariti, Francesco Bilancia, Alfredo Calderale, Marcio Cammarosano, Marina Faraco, Alexandre Jorge Carneiro da Cunha Filho, Marcelo do Val, Percival Bariani Jr, José Maurício Conti, Clarissa F. Macedo D’Isep, Ivan Lelis Bonilha, João Negrini Neto, Nelson Faria de Oliveira, Alberto Zacharias Toron, Antonio Araldo Ferraz Dal Pozzo, Leonardo Florencio de Carvalho, Thaís Marçal, Helder Gonçalves Lima, Edgar Guimarães, André Porto Alegre, Beatriz Dal Pozzo e Alfredo Attié.
Para o Professor Augusto Dal Pozzo, trata-se de “oportunidade fantástica de nos reunirmos no oráculo do Direito, que a Università di Roma La Sapienza representa, debatendo temas relevantes para o futuro do direito público, em verdadeira cúpula de juristas, que abordarão os temas e adornarão o evento, de maneira transcendente, em experiência transformadora e de construção de memórias duradouras.”
O encontro acadêmico, explica o Professor Bruno Ceretta, procurará “rediscutir os temas clássicos do Direito Público com uma abordagem contemporânea, à luz dos desafios e problemas de hoje, em formato não somente teórico, mas, também, prático, abrangendo participações de diversas perspectivas do exercício profissional e concreto do Direito. Com isso — conclui —, na tradicional Sapienza di Roma, principal instituição de ensino jurídico da Itália e que, historicamente, forma os seus quadros políticos e jurídicos dirigentes, espera-se dar início a uma proposta de estudos e debates de excelência, entre os dois Países, e renovando, principalmente, o juspublicismo brasileiro.”
Os temas abordados serão: Princípios de Direito Público, Administração Pública e Inteligência Artificial, Estado de Direito, Estado Social e Representação Política, Federalismo e Formas de Divisão Geográfica do Poder, Democracia, Cidadania Digital, Participação Política on-line e fake news, Direito Público, Desenvolvimento e Jurisdição.
Para Alfredo Attié, “os temas, tão bem e cuidadosamente selecionados pelos Professores organizadores do encontro, constituem-se, igualmente, em desafios à reflexão crítica e à construção de soluções para os mais importantes problemas contemporâneos, transcendendo o universo da ciência e da prática do direito, em verdadeira constituição civilizacional participante. O encontro demonstra a generosidade e gentileza dos Professores Dal Pozzo, Ceretta, Ciolli e Bilancia, ao, desde logo, compartilharem suas reflexões e permitirem a ampliação do aprendizado de seus convidados e convidadas, na audição de juristas italianos e brasileiros, e sua contribuição a um projeto que sinaliza permanência e desenvolvimento, no sentido ético da formação desse percurso civilizatório internacional.”
Veja, a seguir, a Programação, em português e italiano, e os Participantes do evento internacional:
Nascido na cidade de São Paulo, em quatorze de julho de 1916, André Franco Montoro destacou-se como um dos mais importantes políticos da história brasileira.
Foi um dos fundadores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo — PUC SP —, que nasceu sucedendo a antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento — FFCL São Bento —, Franco Montoro foi seu professor por muitos anos, de Introdução ao Estudo do Direito. Desses cursos, resultou o manual que se tornou seu maior legado ao ensino jurídico. Publicou, ainda, mais de dezessete livros, sobre temas jurídicos e da política, repletos de lições decorrentes de sua experiência coerente e de ensinamentos éticos, influenciados pela Doutrina Social da Igreja.
Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, e em Filosofia e Pedagogia pela FFCL São Bento,.
Iniciou seu percurso pleno de êxitos na política, no antigo Partido Democrata Cristão, depois tendo sido um dos líderes da resistência democrática durante o regime ditatorial civil militar de 1964–91985/6, militando no Movimento Democrático Brasileiro — MDB. Já no período democrático, após sua importante atuação de apoio ao Congresso Constituinte, foi fundador do Partido da Social Democracia Brasileira — PSDB.
Montoro destacou-se como defensor da integração latino-americana, tendo afirmado, em artigo que a POLIFONIA Revista Internacional da Academia Paulista de Direito faz publicar, em seu mais recente número, na Seção Memória, que havia necessidade de substituir “o conflito pela solidariedade”, na relação entre os Países e os Povos. Para a América Latina, afirmava, a opção estava entre “o atraso e a integração”.
Foi Deputado Estadual, Deputado Federal, Ministro do Trabalho, Senador e Governador do estado de São Paulo, o primeiro eleito já no processo de redemocratização do País.
Filho do tipógrafo calabrês Andrea Montoro e da espanhola, de origem basca, Tomasa Alijostes Zubia, cursou o ensino fundamental na Escola Normal Caetano de Campos e concluiu o ensino médio no Colégio São Bento.
Também foi Secretário-Geral do Serviço Social da Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo e Procurador do Estado de São Paulo.
Durante a juventude colaborou em alguns periódicos, como O Debate, de que foi diretor, O Legionário, Folha da Manhã, A Noite e Diário de São Paulo.
Franco Montoro permanece como um dos principais modelos de exercício ético da política, tendo sido autor de várias iniciativas educacionais e culturais, cuja memória e restauração muito contribuiriam para o processo de construção da dignidade da política e do direito, no Brasil. Ainda se destacou no Movimento Diretas Já, que pugnava pela eleição direta para Presidente da República, no fim do regime ditatorial.
A Academia Paulista de Direito homenageia um de seus Patronos, escolhido a nomear uma de suas Cadeiras, “em reconhecimento de seu papel exemplar, e sua adesão incondicional ao caráter democrático da política e do direito brasileiros”, como afirma Alfredo Attié, Presidente da Academia Paulista de Direito.
Para o Professor da PUC SP, o jurista Márcio Camarosano — que, em breve, receberá o título de Acadêmico de Honra da Academia Paulista de Direito —, “Montoro deve figurar no Panteão brasileiro, como um dos raríssimos políticos dotados de plena dignidade e ética, no difícil manejo da arte de deliberar, no respeito à pluralidade de concepções de mundo e de valores, cuja expressão resulta em tantos debates. Montoro, respeitando essa diversidade de opiniões, permaneceu coerente com sua formação democrata-cristã.”
No dia 11 de julho de 2024, Alfredo Attié, Presidente da Academia Paulista de Direito e Titular da Cadeira San Tiago Dantas, proferirá a Aula Magna“Direito e Economia: Ponto e Contraponto Civilizatórios,” no Curso de Especialização Inteligência Artificial, Tecnologias, Compliance, ESG, realizado pela Universidad de Salamanca, Espanha e pelo Disruptive Law Institute.
O curso é coordenado pelo jurista brasileiro Luiz Fernando de Almeida Guilherme, Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do Centro de Estudos de Direito Econômico Social e será ministrado por Professores e Professoras espanhóis e brasileiros.
Com a autoridade de quem exerceu a docência de direito internacional e de filosofia do direito, na Universidade de São Paulo, formando gerações de juristas e contribuindo, decisivamente, para a construção da dignidade da ciência jurídica, no Brasil e no mundo, em conexão fundamental com os direitos humanos, e a experiência do exercício, com êxito e brilho, do cargo de Ministro das Relações s Exteriores, por duas vezes, na história recente da democracia brasileira, Celso Lafer, Professor Emérito da Universidade de São Paulo, membro da Academia Brasileira de Letras e Acadêmico Emérito da Academia Paulista de Direito, publicou importante artigo, na seção de Opinião do jornal O Estado de São Paulo.
Leia, a seguir, o texto, e visualize, aqui, a publicação original.
“Lula da Silva assumiu o seu terceiro mandato com o objetivo de se contrapor ao que foi o peso de passivos diplomáticos oriundos do “negacionismo” circunscrito da visão de mundo do presidente Jair Bolsonaro.
A repercussão internacional da eleição de Lula foi altamente positiva. Foi substanciada pelas suas prévias realizações diplomáticas, a vis atractiva de sua personalidade, seu conhecido interesse pelas relações internacionais, e pela sinalização, inovadora em relação ao Lula I e II, da ênfase que pretende dar ao meio ambiente.
É indiscutível que do ponto de vista quantitativo o Brasil de Lula está de volta ao mundo. É o que atestam suas muitas viagens internacionais, importante presença em reuniões em instâncias multilaterais, plurilaterais e regionais e as não menos numerosas visitas de altas personalidades estrangeiras.
Se o Brasil com Lula está, em termos quantitativos, de volta ao mundo, qual é a dimensão qualitativa desta reinserção? Lula III se confronta com um mundo, uma região e um país distinto dos de suas anteriores Presidências.
O Brasil de hoje é muito mais polarizado do que o de Lula I e II. É muito menos organizado do que aquele que recebeu da qualificada Presidência de Fernando Henrique Cardoso. Carrega o peso do negativismo da Presidência de Bolsonaro e seus desdobramentos para a vida democrática. Por isso, a condução da política externa requer um esforço de sintonia com a sociedade para amainar riscos de polarização interna.
A latitude da política interna de Lula III para a sua ação diplomática é menor do que a de Lula I e II, nos quais pôde contar com o respaldo de sua popularidade e a preponderância política do PT. Não é o caso agora. Lula III foi eleito com uma margem apertada, e o seu sucesso foi e vai além do PT. A compreensão desta nova realidade não é forte na percepção e na conduta do presidente, que é mais autocentrado na sua experiência anterior. Também não é forte no PT, que tem o ouvido do presidente na articulação diplomática de sua visão do mundo, que não é compartilhada por um espectro grande dos atores políticos brasileiros. A consequência disso tudo é a internalização conflitiva da atual política externa que se soma com outros temas e problemas da pauta de governança de Lula III.
A América do Sul é hoje muito mais heterogênea e fragmentada do que era em Lula I e II. Daí a diminuição das oportunidades de esforços comuns de cooperação na região e o seu potencial de impacto no plano mundial.
Menor latitude interna e menos espaço para ambiciosas ações regionais se conjugam com menos espaço para a atuação do “soft power” brasileiro no plano mundial. O mundo de hoje é mais hobbesiano. É mais propenso ao conflito e menos a consensos internacionais sobre temas globais que sempre foram parte das ambições diplomáticas de Lula.
Estamos inseridos num mundo permeado por tensões regionais e internacionais de poder, que vem propiciando o retorno da geopolítica e da geografia das paixões. A mais relevante é a tensão de hegemonia China e EUA, que não existia em Lula I e II, quando a China não estava disputando primazia hegemônica com os EUA. É o que dificulta a calibração do Brasil na vida internacional.
A diplomacia de Lula III se confronta com dois conflitos de magnitude: em Gaza e na Ucrânia. O de Gaza vai além da terrível situação humanitária. Está relacionada ao equilíbrio das forças no contexto regional e ao espaço e papel de potências externas na dinâmica do Oriente Médio. Identifico na posição brasileira, em especial nas improvisadas e não medidas manifestações do presidente, uma emotiva exortação em prol da paz. Carrega a simpatia pela causa palestina presente no PT. Possui uma opacidade em relação ao desafio existencial de Israel. Lula III vem se associando ao coro da geografia das paixões que o conflito suscita. É um tema que se internalizou.
O conflito na Ucrânia está vinculado às tensões de hegemonia. Conduzida pela Rússia de Vladimir Putin, é uma guerra de agressão. É uma inequívoca expressão do uso da força contra a independência e a integridade territorial da Ucrânia, o que se contrapõe à Carta das Nações Unidas.
A continuidade da guerra e a sua violência alteram o prévio horizonte da segurança europeia. Colocam na pauta o uso das armas nucleares. São uma ameaça existencial aos vizinhos da Rússia. Neste contexto, não cabe benevolência em relação à Rússia de Putin, que se contrapõe à política jurídica externa do País, positivada na Constituição de 1988.
O recente endosso de Celso Amorim à proposta de uma conferência de paz articulada pela China, aliada da Rússia, para constituir um eixo de paz (a palavra eixo não traz boas lembranças para os estudiosos da paz) atrela o Brasil à China e aos seus interesses hegemônicos. Não contribui para a credibilidade da equidistância do “soft power” do nosso país e as ambições de Lula III de assegurar um apropriado lugar no mundo. Não fará do Brasil um terceiro em favor da paz, mas sim um terceiro aparente, aliado a uma visão compreensiva da Rússia, que se dissolve na dinâmica das polarizações.”
A Universidade Federal do Rio de Janeiro — UFRJ — e seu Instituto de Economia realizam, no próximo dia 15 de junho de 2024, no Teatro de Arena, no campus da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, culto ecumênico pelo passamento da deputada federal, economista e professora Maria da Conceição Tavares.
A Academia Paulista de Direito, sua Cadeira San Tiago Dantas e o Instituto Celso Furtado, a ela vinculado, prestam homenagem à brilhante escritora luso-brasileira, que dedicou sua vida à formação de gerações de economistas e à elaboração de pensamento crítico e construtivo de uma economia e de uma ideia de desenvolvimento conectadas à justiça social.
Para tanto, ingressou no campo da política, passando, no Brasil, pelos partidos MDB e PT, partido pelo qual se elegeu deputada federal, em legislatura histórica, tendo militado ao lado do professor, escritor e sociólogo Florestan Fernandes.
Matemática, que iniciou sua formação em Lisboa, Portugal, tendo imigrado para o Brasil, em razão de perseguição do regime ditatorial salazarista, tendo-se tornado Professora Titular da Unicamp e recebido o título de Professora Emérita da UFRJ.
Teve papel importante na história das políticas econômicas brasileiras e latino-americanas, tendo trabalhado na CEPAL e no BNDES, e para o Governo brasileiro, sendo autora de inúmeras ideias e institutos importantes para a realização de políticas públicas nacionais e internacionais.
Autora de extensa obra, consubstanciada em artigos e livros, dentre os quais se destacaram Auge e Declínio do Processo de Substituição de Importações no Brasil — Da Substituição de Importações ao Capitalismo Financeiro e Acumulação de Capital e Industrialização no Brasil.
Hoje, 10 de junho de 2024, a partir das 19 horas, a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo — FESPSP realiza o segundo encontro do ciclo de eventos que debatem o atual contexto das relações internacionais brasileiras.
O Primeiro encontro ocorreu no final do mês de Abril, com a presença do Professor José Luís Fiori, tendo a mediação e a coordenação da socióloga Silvia Portela, e debates realizados pelo sociólogo Vicente Trevas e pelo jurista Alfredo Attié, todos Conselheiros da FESPSP. Veja, aqui.
Hoje, o tema será “Mercosul e Unasul têm Futuro?”
O encontro terá a mediação dos Conselheiros Silvia Portela, Vicente Trevas e Alfredo Attié, que realizarão os debates, após as conferências realizadas pelos convidados Gisela Figueiredo Padovan, Embaixadora e atual Secretária de América latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores brasileiro, e Pedro Silva Barros, economista e técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada — IPEA, fundação pública federal, vinculada ao Ministério do Planejamento e Orçamento brasileiro.
O encontro ocorrerá no Auditório da FESPSP, na Rua General Jardim, 522, no Centro de São Paulo, e será transmitido ao vivo pelo Canal YouTube da FESPSP.
NO dia 27 de maio de 2024, a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo — FESPSP realizou o evento para discutir a questão da degradação do Centro da Capital Paulista, respondendo às questões: “O Centro está “degradado”? Precisa ser “revitalizado”? Quem mora no Centro? Quem se interessa pelo Centro?”
Foram apresentados os resultados de pesquisas sobre a vida de quem vive, trabalha e circula no Centro, e debatidos os desafios que se impõem ao se intervir em um espaço em disputa.
Houve, também, o lançamento dos livros “A Moradia” e “Habitação é Central” com a participação de Débora Sanches (Mackenzie), Luiz Kohara (Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos), Beatriz Kara (FAU-USP), Francisco Comarú (UFABC) e Letizia Vitale (FESPSP).
O evento ocorreu no auditório da FESPSP, Rua General Jardim, 522
O livro “Direito Administrativo e Democracia,” reunindo estudos realizados no Centro de Estudos de Direito Administrativo e Urbanístico da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, em 2021, sob a coordenação da professora Odete Medauar, será lançado no próximo dia seis de junho de 2024, entre 18 e 21 horas, na Casa do Livro Jurídico, no Largo São Francisco, em São Paulo.
Coordenada pelos Professores Odete Medauar, Bruno Grego-Santos e Alexandre Cunha, reúne artigos que analisam as intersecções entre o Direito Administrativo e o regime democrático, e os desafios contemporâneos para a concretização.
Os artigos são de autoria de Odete Medauar, Marcos Augusto Perez, Vitor Schirato, João Amaral, Carlos Vinícius Ribeiro, Alexandre Cunha, Luiz Felipe Miguel, Bruno Grego-Santos, Rafael Côrtes e José Fernando Brega.
Joaquim de Carvalho é formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Colunista do Portal 247 e da TV 247, foi subeditor de Veja e repórter do Jornal Nacional, entre outros veículos. Ganhou os prêmios Esso (equipe, 1992), Vladimir Herzog e Jornalismo Social.
Começou a carreira em 1982, aos 18 anos, no Diário de Sorocaba (SP), onde exerceu as funções de repórter e editor.
Ainda em Sorocaba, trabalhou como repórter e chefe de reportagem, no jornal Cruzeiro do Sul. Foi repórter e editor-assistente d’O Estado de S. Paulo; repórter especial de O Globo; repórter e subeditor da revista Veja; diretor de jornalismo, em São Paulo, do Jornal da Band, na TV Bandeirantes; e repórter de rede da TV Globo. No STB, integrou a equipe de reportagem do Jornal da Record.
Escreveu o livro Basta! Sensacionalismo e Farsa na Cobertura Jornalística do Assassinato de PC Farias (Ed. A Girafa, 2005), que foi finalista do Prêmio Jabuti, em 2005, na categoria Biografia e Reportagem.
Nos dois documentários sobre a história recente brasileira, aborda as lacunas de investigação, no caso ocorrido em Juiz de Fora, durante a campanha presidencial de 2018, e o período de prisão inconstitucional do Presidente Lula.
A Academia Paulista de Direito apoia a importante iniciativa da Editora Tirant Lo Blanch Brasil de auxílio ao povo sul riograndense afetado pela recente catástrofe ambiental.
A iniciativa visa a arrecadar recursos, por meio de uma Rifa Solidária, em valor de contribuição bastante acessível ao maior número de pessoas que gostariam de ajudar, conscientes da enorme perda material e imaterial causada pela enchente no Rio Grande do Sul.
A Tirant pede uma doação de R$ 20,00 ou mais, por meio doPIX: doar@emporiododireito.com.br, com o preenchimento de formulário, para que seja feito o sorteio de importantes livros de autoria do seleto grupo de autoras e autores publicados pela Tirant.
A receita será destinada à reconstrução das casas de famílias atingidas pelas enchentes.
O sorteio da biblioteca física composta por duzentos títulos jurídicos da Tirant Lo Blanch Brasi não é apenas um incentivo à doação, mas uma forma de reconhecimento e agradecimento pelo gesto de solidariedade..
Os doadores serão incluídos na lista com ordem crescente de números gerados automaticamente pelo sistema Google Forms.
Podem participar quantas vezes desejarem, aumentando suas chances de ganhar!
Essa ação terminará no dia 06 de junho de 2024, quando será realizado o sorteio do número ganhador, por app de sorteio, com transmissão ao vivo em diversos canais e redes sociais.
A pessoa sorteada receberá os livros gratuitamente no seu endereço.
O Acadêmico Titular da Academia Paulista de Direito, Professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Luiz Sérgio Fernandes de Souza coordena o Curso Interfaces entre Direito e Inteligência Artificial.
O curso será realizado entre os dias 5 e 26 de junho de 2024, na Escola Paulista da Magistratura, em São Paulo, tendo também a coordenação de Paulo Roberto Fadigas César, Juiz da Infância e Juventude, em São Paulo.
As aulas serão proferidas pelos Professores Maria Lúcia Santaella Braga e Marcio Pugliesi, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Rafael Bassi Stern, do Instituto de Matemática da Universidade de São Paulo, Solano de Camargo, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, e Isac Silveira da Costa, além de Fábio Ramazzini Bechara, Procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo, e David Diniz Dantas, Desembargador do Tribunal Regional Federal em São Paulo.
As inscrições para acompanhar o curso, presencialmente ou on-line, podem ser feitas até o dia dois de junho.
No próximo dia 4 de junho de 2024, a partir das 13 horas, Alfredo Attié, Titular da Cadeira San Tiago Dantas e Presidente da Academia Paulista de Direito, fala na Universidad Nacional Autónoma de México — UNAM, sobre Direitos Humanos, Democracia e Constituição.
O evento, organizado pela UNAM-Posgrado, pela Faculdad de Estudios Superiores Acatlán da UNAM, Secretaria de Posgrado e Investigación, tem a Coordenação da Professora Dra. Lizbeth Xóchtil Padilla Sanabria, daquela Universidade, terá a Moderação do Professor Arturo Villegas Calderón (UNAM), e terá a participação, além da Professora Dra. Padilla Sanabria, dos Professores Drs. Leandro Eduardo Astrain Bañuelos (Universidad de Guanajuato), Susana Martínez Nava (Universidad de Guanajuato) e Mario Enríques Carbajal (FES Acatlán UNAM).
Trata-se de uma das atividades acadêmicas de que participará Alfredo Attié no México.
No próximo dia 28 de maio de 2024, a partir das 11 horas, Marcos Augusto Perez, Professor Associado da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e Acadêmico Titular da Academia Paulista de Direito, recebe o Professor Alexandre dos Santos Aragão, para a realização de debate sobre o tema da Regulação de Petróleo e Gás e a Governação das Estatais.
O evento tem a organização do LabGov da FD.USP, e será seguido pelo lançamento de dois livros do Professor Aragão, Direito do Petróleo e do Gás e A Exclusão da Licitação nas Estatais, publicados pela Editora Forum.
Alexandre Aragão é Professor Titular de Direito Administrativo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro — UERJ.
A FD.USP fica no Largo São Francisco, 95, no Centro da cidade de São Paulo.
O evento foi concretizado em parceria com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e o Centro Celso Furtado.
O Seminário teve lugar no Auditório Florestan Fernandes, em São Paulo, na forma híbrida (presencial e virtual).
O Instituto Celso Furtado, criado no centenário do nascimento do importante pensador brasileiro, pelo Presidente da Academia Paulista de Direito, Alfredo Attié, constitui mais um dos ACADEMIA PESQUISA e estará voltado a realizar estudos, pesquisas e atividades de cooperação e participação da sociedade, em relação aos temas da relação entre direito e economia, do desenvolvimento, da integração, de políticas públicas e inclusão.
1. Breve apresentação do Seminário, da Academia Paulista de Direito e do Número especial de POLIFONIA Revista Internacional da Academia Paulista de Direito, por Alfredo Attié — Presidente da Academia Paulista de Direito, Titular da Cadeira San Tiago Dantas, Doutor em Filosofia da Universidade de São Paulo e Conselheiro da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo
2. A FESPSP, a Cátedra Celso Furtado e a Parceria com a Academia Paulista de Direito e o Instituto Celso Furtado, vinculado à Cadeira San Tiago Dantas/APD, por Angelo del Vecchio, Diretor Geral da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, é Professor Adjunto colaborador da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, campus de Araraquara; e Rafael Rodrigues da Costa, Sociólogo pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Paulo, Pesquisador-visitante na Universidade Federal da Bahia, na qual coordena o Centro de Estudos de Economia Política do Petróleo, Gás e Biocombustíveis, e Coordenador Executivo da Cátedra Celso Furtado-FESPSP.
3. Breve apresentação do Instituto Celso Furtado e Comentários sobre o tema da Inserção Internacional do Brasil, por Ceci Juruá — Economista, Mestre em Economia pela Universidade de Montpellier, e Doutora em Políticas Públicas e Formação Humana pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro — UERJ e Coordenadora do Instituto Celso Furtado.
4. Aula Magna: Celso Furtado, Pensamento e prática do Desenvolvimento no Brasil e sua Inserção Internacional Alexandre de Freitas Barbosa — Economista pela Universidade Estadual de Campinas, Mestre em História Econômica pela Universidade de São Paulo e Doutor em Economia Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas, realizou pesquisas pós-doutorais no CEBRAP, é Professor Livre-Docente de História Econômica e Economia Brasileira/Internacional do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo Celso Furtado e o Desenvolvimento.
Pesquisadores e pesquisadoras da Academia Paulista de Direito, estudantes da FESPSP, professores e professoras presentes realizaram, ao final, interessante debate em torno dos temas apresentados nesse segundo dia. Entre os presentes, estavam Ricardo Pereira da Silva, representando a Diretoria da FESPSP, e Marco Aurélio Tavares, representando o Centro de Estudos Econômicos e Sociais, ambas, entidades parceiras da Academia Paulista de Direito.
A programação do Instituto Celso Furtado prossegue em junho, com mais dois encontros, em Seminário que também será aberto à participação da sociedade.