Ives Gandra e Poemas Além do Tempo

Ives Gandra e Poemas Além do Tempo

O Acadêmi­co Tit­u­lar da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Pro­fes­sor Ives Gan­dra, lançou, em dezem­bro de 2018, mais um livro de poemas.

No pre­fá­cio a “Poe­mas Além do Tem­po”, Ives Gan­dra expli­ca que, ao dedicar, uma vez mais, seus ver­sos a sua com­pan­heira de 65 anos, Ruth Mar­tins, a “juven­tude perene de nos­so amor segue reflexões, que, nes­ta quadra da vida, poet­i­ca­mente faço sobre a vel­hice”, em “con­fidên­cias octogenárias“que inspi­ram ami­gos e famil­iares, engrande­cen­do o exten­so rol de pub­li­cações, entre a ficção e a dout­ri­na, não ape­nas do Pro­fes­sor, mas da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito e da ciên­cia jurídi­ca uni­ver­sal: ars boni et aequi.

Temas Relevantes para o atual Governo

Em recente arti­go, o Acadêmi­co Tit­u­lar da Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, Ives Gan­dra da Sil­va Mar­tins, rela­ciona os temas que deman­dam espe­cial empen­ho do atu­al Gov­er­no Fed­er­al, no com­pas­so de acom­pan­hamen­to entre anseios pop­u­lares e pre­ceitos con­sti­tu­cionais. No tex­to do Pro­fes­sor, pre­tende-se gov­ernar de acor­do com a von­tade do povo brasileiro, preser­van­do os seus val­ores, cumprindo a Con­sti­tu­ição, realçan­do o amor à pátria, com a dis­ci­plina e o espíri­to cívi­co.

O arti­go foi pub­li­ca­do no jor­nal O Esta­do de S. Paulo e pode ser lido aqui.

NOTA DO EDITOR 2 — POLIFONIA — REVISTA INTERNACIONAL DA ACADEMIA PAULISTA DE DIREITO — Pág. 7 à 13

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RESUMO: A Acad­e­mia Paulista de Dire­ito, pro­tag­o­nis­mo jurídi­co, políti­co e social; con­quis­tas em 2018, desafios, per­spec­ti­vas e pro­je­tos dec2019, o Con­gres­so Inter­na­cional de 2018. O pro­tag­o­nis­mo no fluxo civ­i­liza­cional do Direito.

PALAVRAS-CHAVE: Acad­e­mia Paulista de Dire­ito – Con­gres­so Inter­na­cional de 2018 – Miguel Reale– Presidên­cia Attié Jr – Dire­itos Humanos – Con­sti­tu­ição – Influên­cias Con­sti­tu­cionais – Políti­ca e Dire­ito — Diver­si­dade e Dire­ito — Democ­ra­cia e Justiça- Alteri­dade — Dig­nidade do Dire­ito — Fabio Com­para­to- José Gregori.

 

E‑mail: presidencia@apd.org.br

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O TRANSCONSTITUCIONALISMO NO CASO DAS LEIS DE ANISTIA – Pág. 263 à 291

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RESUMO: O pre­sente tra­bal­ho propõe-se a anal­is­ar a pos­tu­ra do Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al Brasileiro diante dos entendi­men­tos da Corte Inter­amer­i­cana de Dire­itos Humanos no que toca às leis de anis­tia. Inten­ta-se ver­i­ficar, a par­tir da análise de jurisprudên­cia de ambos os tri­bunais, de que modo tais órgãos têm dialo­ga­do. O proces­so con­stante de inter­na­cional­iza­ção tem pos­si­bil­i­dade que cortes inter­nas e cortes inter­na­cionais ten­ham inter­esse e com­petên­cia para a análise de deter­mi­na­dos casos, de modo que um mes­mo prob­le­ma pas­sa sobre o cri­vo de ambas as esferas. Diante de tal fato, há que se dis­cu­tir mecan­is­mos que per­mi­tam a har­mo­niza­ção de tais decisões, como for­ma de garan­tir a inte­gração de tais âmbitos. Res­ta saber, por­tan­to, se o Brasil tem se restringi­do à análise do caso sob a óti­ca do dire­ito inter­no, ou se tem se aber­to aos coman­dos e entendi­men­tos inter­na­cionais, a par­tir da apli­cação da teo­ria do transcon­sti­tu­cional­is­mo pro­pos­ta por Marce­lo Neves.

PALAVRAS-CHAVE: Transcon­sti­tu­cional­is­mo — Corte Inter­amer­i­cana de Dire­itos Humanos — Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al — Leis de Anistia.

DATA DE SUBMISSÃO: 06/07/2018 | DATA DE APROVAÇÃO: 21/07/2018

 

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BULLYING E A BASE DOS DIREITOS HUMANOS ESPECIAIS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES – Pág. 229 à 262

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RESUMO: Este arti­go está rela­ciona­do com a lei ref­er­ente ao tema do bul­ly­ing em relação a cri­anças e ado­les­centes, de acor­do com os ter­mos especí­fi­cos da Leg­is­lação n. 13.185/2015, e as reper­cussões entre a sua apli­cação, e esta­b­elece a análise críti­ca da final­i­dade lim­i­ta­da de pre­venir o bul­ly­ing, as declar­ações da lei para enten­der esse propósito.

A con­cepção dos aspec­tos do dire­ito foi segui­da da dis­cussão sobre a sug­estão de medi­ação esco­lar, para aprox­i­mar a final­i­dade da pre­v­idên­cia à visão de seu alcance, aumen­tar a relação das final­i­dades edu­ca­cionais e a inte­gração da família aos dire­itos humanos para alcançar a insti­tu­cional­iza­ção do padrão de acor­do com o inter­esse supe­ri­or da criança.

Por­tan­to, aju­da na reflexão deste assun­to, a fim de com­par­til­har breve­mente com as respec­ti­vas soluções.

PALAVRAS-CHAVE: Dire­itos Humanos. Bul­ly­ing. Cri­anças e Ado­les­centes. Medi­ação Escolar.

DATA DE SUBMISSÃO: 15/07/2018 | DATA DE APROVAÇÃO: 28/07/2018

 

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CAMINHOS DO PACTO UNIVERSITÁRIO DOS DIREITOS HUMANOS – Pág. 212 à 228

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RESUMO: O tema Dire­itos Humanos é demasi­a­do amp­lo e com­plexo. O estu­do em anda­men­to se propõe a pesquis­ar como a trans­ver­sal­i­dade do ref­er­en­cial legal e obri­gatório se con­cretiza no Ensi­no Supe­ri­or, por meio das políti­cas pub­li­cas, ações sistêmi­cas conc­re­tas den­tro do con­tex­to das políti­cas afir­ma­ti­vas de “inclusão” de gru­pos excluí­dos do meio acadêmi­co dev­i­do suas condições soci­ais, étni­cas, de defi­ciên­cias e questões de gênero.

A tra­jetória das autoras na área acadêmi­ca, INEP, esco­las públi­cas, movi­men­tos soci­ais em e sindi­ca­to, trazem para o leitor um fio con­du­tor que não com­pro­meta a inter­dis­ci­pli­nar­i­dade, mas que asse­gure o foco na edu­cação e seu com­pro­mis­so com con­hec­i­men­to eman­ci­patório para enten­der o con­tex­to edu­ca­cional nos quais os dire­itos humanos são estu­da­dos, enten­di­dos e apro­pri­a­dos pelos alunos. Lev­an­ta­mos a prob­lemáti­ca que envolve as políti­cas públi­cas da edu­cação para o Ensi­no Supe­ri­or voltadas à adesão ao Pacto Nacional Uni­ver­sitário pela Pro­moção do Respeito à Diver­si­dade e da Cul­tura de Paz e Dire­itos Humanos lança­do em 2017.

E o proces­so de ações eman­ci­patórias e inclu­si­vas de gru­pos que entraram nos últi­mos anos no Ensi­no Supe­ri­or. Enten­demos que ape­sar das políti­cas pub­li­cas abrirem espaço e exi­girem a dis­cussão sobre o tema, as ações hegemôni­cas políti­co pedagóg­i­cas das insti­tu­ições ain­da está pau­ta­da no entendi­men­to dos dire­itos humanos como ações afir­ma­ti­vas pau­tadas na ideia de universal/igualitário e não “fundacional/identitário”.

PALAVRAS-CHAVE: Dire­itos Humanos, ações afir­ma­ti­vas, eman­ci­pação, Ensi­no Superior.

DATA DE SUBMISSÃO: 06/07/2018 | DATA DE APROVAÇÃO: 18/07/2018

 

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RELIGIÃO, POLÍTICA E ANTAGONISMO NO CONGRESSO NACIONAL – Pág. 179 à 211

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RESUMO: Este arti­go tem como obje­ti­vo anal­is­ar os posi­ciona­men­tos dos dep­uta­dos fed­erais que com­põem a Frente Par­la­men­tar da Segu­rança Públi­ca e a Frente Par­la­men­tar Evangéli­ca, infor­mal­mente denom­i­na­da Ban­ca­da da Bala e Ban­ca­da da Bíblia, respec­ti­va­mente. A pesquisa bus­ca a com­preen­são dos inter­ess­es que estão em con­sonân­cia entre essas duas frentes, dan­do enfoque para a incli­nação de par­la­mentares evangéli­cos em torno de questões que envolvem delib­er­ações leg­isla­ti­vas mais con­ser­vado­ras e repres­si­vas, como o dis­cur­so de autode­fe­sa através do porte de armas e a mudança na leg­is­lação brasileira sobre a redução da maior­i­dade penal. A análise foi real­iza­da através da cole­ta de infor­mações sobre as pro­postas leg­isla­ti­vas que envolver­am estes temas e que foram sub­meti­das à apre­ci­ação e votação na Câmara dos Dep­uta­dos. Ade­mais, foram feitas entre­vis­tas semi-estru­tu­radas com mem­bros de igre­jas evangéli­cas com o propósi­to de ver­i­ficar a opinião de lid­er­anças reli­giosas sobre o tema da segu­rança. O arti­go tam­bém dis­cute o posi­ciona­men­to dos dep­uta­dos evangéli­cos sobre o pre­domínio do Esta­do de Israel no Ori­ente Médio, cul­mi­nan­do em um dis­cur­so belicista. As incli­nações destes par­la­mentares demon­stram os impactos cau­sa­dos pela proem­inên­cia de jus­ti­fica­ti­vas fun­da­men­tal­is­tas e con­ser­vado­ras que com­põem essas pau­tas legislativas.

PALAVRAS-CHAVE: Segu­rança públi­ca; Evangéli­cos; Câmara dos Dep­uta­dos; Conservadorismo.

DATA DE SUBMISSÃO: 6/10/2018 | DATA DE APROVAÇÃO: 28/10/2018

 

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OCUPAÇÕES NO CENTRO DE SÃO PAULO: NOVAS LEGITIMIDADES NA LUTA POR MORADIA – Pág. 153 à 178

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RESUMO: As políti­cas públi­cas de mora­dia tem se mostra­do, ao lon­go dos anos, inefi­caz para faz­er frente à deman­da, injus­ta em relação aos dire­itos pre­vis­tos na leg­is­lação e no sen­ti­do humano, incor­re­ta e insen­sa­ta do pon­to de vista urbano, mas profícua aos inter­ess­es do mer­ca­do imo­bil­iário e do poder políti­co con­sti­tuí­do. As cidades braileiras pade­cem dessa resul­tante de val­ores. Nos grandes cen­tros urbanos há uma das mar­i­ores con­tradições desse sis­tema: mil­hares de pes­soas sem lar e, de out­ro lado – ou muitas vezes ao seu lado – dezenas de imóveis con­struí­dos e aptos ao uso, mas aban­don­a­dos por seus pro­pri­etários, fecha­dos, sem qual­quer uso, apo­drecen­do, e con­tru­ibuin­do para o apo­drec­i­men­to social urbano.

PALAVRAS-CHAVE: mora­dia, dire­itos soci­ais, faveliza­ção, torre de vidro, ocupações.

DATA DE SUBMISSÃO: 13/07/2018 | DATA DE APROVAÇÃO: 14/12/2018

 

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A SUSPEIÇÃO, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E A CRISE INSTITUCIONAL DO SISTEMA DE JUSTIÇA – Pág. 127 à 152

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RESUMO: Con­sid­er­ações sobre a o exces­so de poderes do Judi­ciário, cau­sa­do em grande parte pela ausên­cia de con­troles efe­tivos sobre a dis­cricionar­iedade e par­cial­i­dade dos juízes-intér­pretes, como se ver­i­fi­ca pelos casos de declar­ação de sus­peição do Supre­mo Tri­bunal Federal.

PALAVRAS-CHAVE: Dev­i­do proces­so legal – Impar­cial­i­dade do juiz – Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al – Declar­ação de sus­peição – Interpretação.

DATA DE SUBMISSÃO: 15/04/2018 | DATA DE APROVAÇÃO: 25/04/2018

 

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AS INCONSTITUCIONALIDADES DO “PSEUDO” SISTEMA DE PRECEDENTES TRAZIDO PELO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015

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RESUMO: O tra­bal­ho é trace­ja­do em um estu­do inci­si­vo das teo­rias gerais prin­ci­p­i­ológ­i­cas e ino­vado­ras trazi­das pelo Códi­go de Proces­so Civ­il de 2015 e as con­se­quên­cias da adoção inco­er­ente de medi­das sus­ten­tadas na teo­ria de prece­dente trazi­da pela nova lei proces­su­al, sem que se ultra­passem garan­tias con­sti­tu­cionais com o fim de alcançar obje­tivos mera­mente prag­máti­cos de efe­tivi­dade do proces­so judi­cial em detri­men­to do dev­i­do proces­so legal.

PALAVRAS-CHAVE: Segu­rança Jurídi­ca. Prece­dentes. Teo­ria da Decisão. Lim­ites Con­sti­tu­cionais aos Poderes-Deveres do Juiz.

DATA DE SUBMISSÃO: 12/07/2018 | DATA DE APROVAÇÃO: 21/07/2018

 

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