O número 15 de POLIFONIA Revista Internacional da Academia Paulista de Direito — Capes/Qualis A2, reúne, sob a coordenação e organização de Alfredo Attié, as contribuições a dois eventos realizados em Portugal: 190 Anos do Supremo Tribunal de Justiça da República Portuguesa e Congresso do Tribunal da Relação do Porto, em discussão dos temas do Meio Ambiente, das Tecnologias, da Justiça e da Democracia.
Leia, a seguir, ou consulte a edição impressa, publicada pela Editora Tirant Lo Blanch, aqui.
A POLIFONIA Revista Internacional da Academia Paulista de Direito recebeu, no dia 16 de janeiro de 2026, sua segunda classificação no Sistema Qualis-CAPES, correspondente à avaliação de seus números publicados nos anos de 2021 (7 e 8), 2022 (9 e 10), 2023 (11 e 12) e 2024 (13 e 14), tendo sido classificada no patamar A2, colocando-se, uma vez mais, e de maneira crescente, entre as melhores revistas do País.
A par disso, houve ampliação das áreas de publicação da POLIFONIA. Consulte, ao final, os quadros de avaliação CAPES/QUALIS de 2018–2020 e 2021–2024.
Trata-se de uma conquista de extrema importância, que coroa os esforços da equipe editorial e de redação da POLIFONIA, que desde a criação da Revista Internacional da Academia Paulista de Direito envidou esforços elogiáveis para construir uma publicação de excelência científica e de utilidade para os debates acadêmicos e da sociedade.
Hoje, a POLIFONIA já está em seu décimo-sexto número — o número 17 sairá ainda neste início de ano, correspondendo aos trabalhos aprovados e apresentados no IV Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito, realizado em São Paulo, em outubro de 2025, na Universidade de São Paulo, com a qual a APD possui importante parceria.
Ainda em 2026, a revista chegará ao seu décimo-oitavo número, no nono ano de sua presença marcante no cenário científico e cultural brasileiro e internacional.
No número inaugural, o Editor-Chefe. Alfredo Attié apresentava o projeto e os planos da Revista e buscava recuperar a história das publicações da Academia, demonstrando o liame de expressão dessa que é a instituição mais recente — que já completa cinquenta e quatro anos — do que tem denominado de “processo civilizacional do direito” em nosso País.
A POLIFONIA tem caráter notadamente inter e transdisciplinar, bem como inter e transeccional, em sua integração com o projeto editorial da Academia e com a Missão desenhada, a partir de setembro de 2017, quando se iniciou a gestão do atual Presidente, com sua conformação simbólica, bem como com a criação e desenvolvimento dos trabalhos dos ACADEMIA PESQUISA, institutos criados, igualmente, a partir de setembro de 2017, para o desenvolvimento de estudos, pesquisas, sempre com a participação da sociedade e em extensão dos trabalhos acadêmicos concretizados pelos membros — Acadêmicos e AcadêmicasTitulares, Honorários e Eméritos — da APDe por pesquisadores e pesquisadoras ligados às várias Cátedras.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior — CAPES realiza a avaliação e a classificação dos periódicos, como resultado do esforço de diversas gerações de colaboradores e colaboradoras, editores e editoras, membros do comitê editorial, autores e autoras, e avaliadores e avaliadoras ad hoc, que têm contribuído para aprimorar a qualidade das publicações. A CAPES é um órgão vinculado ao Ministério da Educação ‑MEC, responsável por coordenar a expansão e consolidação do sistema de pós-graduação brasileiro. Também atua na formação de professores da educação básica e na promoção do acesso e divulgação da produção científica no Brasil e no exterior, além de outras atribuições.
O Qualis-CAPES é um sistema de avaliação e classificação de periódicos científicos utilizado desde 1988, sendo importante indicador do impacto da produção cientifica, utilizado para compor a avaliação dos programas de pós-graduação no Brasil.
Na avaliação dos periódicos, foi estabelecida uma classificação única dos periódicos, independentemente da quantidade de áreas de avaliação em que tivessem sido mencionados. Classificação por áreas-mães que agrupa os periódicos conforme a área na qual apresentou maior número de publicações nos anos de referência. Estabelecido o Qualis de Referência – por meio do uso combinado de indicadores bibliométricos e modelo matemático, construiu-se uma lista de periódicos, considerando, ainda o número de citações do periódico nas bases: Scopus (CiteScore), Web of Science (Fator de Impacto) e Google Scholar (índice h5).
Claro que os índices e resultados e mesmo os sistemas e critérios de avaliação devem sempre ser tomados cum grano salis. Entretanto, uma classificação que reconheceu, logo na primeira vez em que a Revista foi avaliada, em 2022, o grau A3, e, agora, em 2026, o grau A2, tal índice de excelência cobre de orgulho a Academia Paulista de Direito e os que participaram e acreditaram na POLIFONIA e em seu projeto, ora realizado com êxito elogiável.
Ao comentar a classificação, Alfredo Attié, Editor-Chefe da POLIFONIA, Titular da Cadeira San Tiago Dantase Presidente da Academia Paulista de Direito,salientou, uma vez mais, o empenho de colaboradores e colaboradoras, desde a equipe editorial e de redação até os avaliadores e avaliadoras ad hoc, bem como a confiança de autores e autoras dos artigos, salientando o incansável trabalho desenvolvida pela Editora-Executiva, Doutora Roberta de Bragança Freitas Attié. “Trata-se de apenas mais uma conquista, havendo muito a fazer não apenas pela APD, pela POLIFONIA e pelos demais componentes da Missão que estabelece a Academia Paulista de Direito como uma nova forma de Universidade, mais adequada a nosso tempo e ao tempo que desejamos e construímos juntos, no sentido do aperfeiçoamento não apenas do direito e da justiça, portanto da política e da democracia, mas igualmente daquilo que podemos ser no concerto dos povos e das nações: um farol que ilumine o percurso da constituição de uma vida melhor, em que natureza, democracia e justiça possam ser preservadas para indicar a construção da felicidade de viver com o outro que nós mesmos somos e constituímos.”
Às leitoras e aos leitores de POLIFONIA, o agradecimento especial da APD e do corpo editorial da Revista Internacional da Academia Paulista de Direito.
Ao celebrar mais um ano de realizações, conquistas e protagonismo crítico e construtivo nos destinos civilizatórios do direito e da justiça, a Academia Paulista de Direito agradece a participação e colaboração da sociedade brasileira e internacional, por suas instituições, seus movimentos, suas organizações e seus coletivos, ressaltando o trabalho de seus Acadêmicos e Acadêmicas, de Pesquisadores e Pesquisadoras dos ACADEMIA-PESQUISA, e do Corpo Editorial da POLIFONIA Revista Internacional da Academia Paulista de Direito.
Que as alegrias do encontro nas festas de fim de ano ajudem-nos a refletir sobre a necessidade de transformações do direito e da política, que nos encaminhem à era prometida pela Constituição Cidadã e pelos Documentos Internacionais de construção e afirmação crescentes dos Direitos Humanos e da Natureza.
No dia 19 de novembro, em entrevista a Fabio Pannunzio, da HJur, Alfredo Attié fala da Constituição, da Lei de Proteção de Dados, da inconstitucionalidade do artigo 19, da atuação do STF, explicando o que é ativismo judicial.
Comentando a necessária proteção a vulneráveis, em face dos crimes digitais, Attié diz que “o STF é´guardião da Constituição e não do preconceito religioso!”
Attié rebate a crítica feita pelo ministro André Mendonça de que haveria ativismo judicial do STF
Em entrevista a Luiz Mauro, da TV 247, o jurista Alfredo Attié, Presidente da Academia Paulista de Direito, falou sobre a relação entre a Lei do Impeachment brasileira, de 1950, e a Constituição de 1988, explicando os motivos pelos quais a decisão liminar, em duas Ações de Descumprimento de Preceito Fundamental perante o Supremo Tribunal Federal, proferida pelo Ministro Gilmar Mendes, representa uma defesa legítima da Constituição, preservando o Poder Judiciário dos ataques do extremismo de direita, que procura minar a confiança da sociedade nas instituições.
Attié referiu a vontade manifesta dos representantes da extrema-direita de concentrarem seus esforços na eleição de 2026 para tomar conta do Senado Federal, caminhando para se vingarem do STF pela condenação de seus aliados golpistas.
A Assembleia Legislativa de São Paulo- Alesp realizará, de 05 de março a28 de maio de 2026, no Palácio 9 de Julho, na Cidade de São Paulo, de modo presencial, o curso Democracia: Fundamentos, Desafios e Perspectivas.
O corpo docente é formado por Professores e Professoras convidados de importantes instituições universitárias e de pesquisa brasileiras e estrangeiras, dentre as quais a Academia Paulista de Direito — APD.
AlfredoAttié, Presidente da APD, Conselheiro da FESPSP e Professor da UNICAMP/IG, proferirá a aula do dia vinte e seis de março, das 9 às 12 horas, sobreDemocracia Direta, Representativa, Participativa e Deliberativa: Modelos de democracia e suas vantagens e desvantagens; experiências de orçamento participativo e deliberação pública, cabendo a Manoel Gonçalves Ferreira Filho, Professor Titular e Emérito da FD.USP e Acadêmico da APD, a aula do dia vinte e oito de maio, sobre Perspectivas para a Democracia no Século XXI e desafios para o Legislativo: governança global, inteligência artificial e participação cidadã; reformas institucionais e inovações democráticas.
O curso é coordenado pelo Professor Carlos Roberto de Alckmin Dutra, Procurador da Alesp.
Serão fornecidos certificados para os que tiverem frequência presencial de pelo menos setenta e cinco por cento.
Obtenha mais informações e realize a sua inscrição aqui.
Veja a seguir o conteúdo completo do curso:
“Ementa — Curso de formação e extensão cultural que propõe análise teórica e prática da democracia: suas origens, fundamentos filosóficos, modelos históricos e desafios contemporâneos. Abordagem das instituições democráticas, sistemas eleitorais, direitos fundamentais, participação política e os riscos à democracia no século XXI, incluindo populismo, concentração de renda e desinformação digital.
Objetivos - Compreender a evolução histórica e os conceitos fundamentais de democracia.
— Distinguir os principais modelos democráticos e suas implicações.
— Analisar criticamente os mecanismos institucionais de proteção da democracia.
— Debater os desafios contemporâneos, como populismo, desigualdade e redes sociais.
— Refletir sobre possíveis futuros para a democracia no século XXI. Metodologia - Leituras recomendadas antes de cada aula.
— Exposição do professor e abertura para perguntas após cada exposição.
— Análise de fatos históricos e textos de autores clássicos e contemporâneos. Carlos Roberto de Alckmin Dutra (coordenador) — Doutor em Direito do Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie. Procurador da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo desde 1997. Membro efetivo da Comissão da Advocacia Pública da OAB/SP. Membro do IBEDAFT (Instituto Brasileiro de Estudos de Direito Administrativo, Financeiro e Tributário). Diretor de Prerrogativas da ANPAL (Associação Nacional dos Advogados e Procuradores do Poder Legislativo). http://lattes.cnpq.br/7321793222629300
Aula 1 – Democracia Antiga e Democracia Moderna — 05.03 — Elival da Silva Ramos http://lattes.cnpq.br/9197354721952086
A democracia em Atenas: cidadania, sorteio e participação direta.
Transformações na Idade Moderna: liberalismo, representação e sufrágio.
Aula 2 – Conceitos de Democracia: Procedimental e Substancial — 12.03 — Flávia Piovesan http://lattes.cnpq.br/1701611968664709 e Pedro Estevam Alves Pinto Serrano http://lattes.cnpq.br/9019213721676176 Definições minimalistas (Schumpeter) x concepções substantivas.
Democracia como método de escolha versus democracia como garantia de direitos.
Aula 3 – Freios e Contrapesos: Divisão de Poderes, Federalismo e Direitos Fundamentais — 19.03 - Fernando Dias Menezes de Almeida http://lattes.cnpq.br/0477960417689954 Teoria de Montesquieu e desenvolvimento do constitucionalismo.
Mecanismos de proteção contra abuso de poder.
Aula 4 – Democracia Direta, Representativa, Participativa e Deliberativa — 26.03 — Alfredo Attié Jr http://lattes.cnpq.br/8117126316669740 Modelos de democracia e suas vantagens/desvantagens.
Experiências de orçamento participativo e deliberação pública.
Aula 7 – Partidos Políticos e Sistemas Eleitorais — 23.04 — Alexandre Jorge Carneiro da Cunha Filho http://lattes.cnpq.br/5265590933558476
Funções dos partidos em democracias modernas.
Sistemas majoritário, proporcional e mistos.
Aula 8 – Justificativas Valorativas e Pragmáticas da Democracia — 30.04 -Fábio Mauro de Medeiroshttp://lattes.cnpq.br/8161253745216847
Democracia como valor moral (autonomia, igualdade) e como instrumento (estabilidade, bem-estar).
Aula 9 – Tecnologias de Informação e Democracia: Desinformação e Regulação — 07.05 — Fernanda Florentino Fernandez Jankov http://lattes.cnpq.br/9019729871971967 e Roberta Simões Nascimento http://lattes.cnpq.br/6625822957457851
Algoritmos, polarização e liberdade de expressão
Modelos de regulação das plataformas digitais
Aula 10 – Desafios na Democracia I: Populismo e Democracias Iliberais — 14.05 — Luiz Guilherme Arcaro Conci — http://lattes.cnpq.br/3325594997650814
Características do populismo de direita e de esquerda.
Casos de erosão democrática (Hungria, Polônia, Turquia, Venezuela, EUA?).
Aula 11 – Desafios na Democracia II: Concentração de Renda e Desigualdade — 21.05 — Carmen Silvia Lima de Arruda http://lattes.cnpq.br/0314644085422182 Efeitos da desigualdade extrema sobre a representação política.
Oligarquias econômicas e captura do Estado.
Aula 12 – Perspectivas para a Democracia no Século XXI e desafios para o Legislativo — 28.05 Manoel Gonçalves Ferreira Filho http://lattes.cnpq.br/7602530359097648
Governança global, inteligência artificial e participação cidadã
Reformas institucionais e inovações democráticas”
Concebida e coordenada pelo jurista, filósofo e escritor Alfredo Attié, Presidente da Academia Paulista de Direito e Titular da Cadeira San Tiago Dantas, trata-se de iniciativa pioneira, ao buscar discutir a relação entre o Direito, a Justiça e a Política, por meio da abordagem de temas, e a realização de entrevistas, aulas e debates. Tudo para compreender a tensão entre as experiências jurídicas e a construção democrática. Ao mesmo tempo, como objetivo fundamental, procura constituir modos de vincular o direito à democracia, assim como formas de sustentação recíprocas. A produção é da TV 247, sob a responsabilidade da jornalista Dhayane Santos.
Já participaram das entrevistas Benedito Mariano, Luiz Eduardo Soares, Otávio Pinto e Silva, Antonio Rodrigues de Freitas, Douglas Martins, Andrea Trus, Eduardo Reina,Joaquim de Carvalho, Dhayane Santos, Paulo Vannuchi, José Geraldo de Sousa, Carin Carrer Gomes, Paulo César Ramos, Djalma Nando Komumista Lopes Góes, Soraya Soubhi Smaili, André Eduardo Ribeiro da Silva, Renato Janine Ribeiro, Tarso Genro, Felix Ramon Ruiz Sanchez, Ana Flávia Magalhães, Givanildo Giva, Muna Zeyn, Jorge Folena, Juliana Botelho Foernges, Marcio Moraes, Mateus Muradas, Nelson Villarreal Durán, James Green, José Castilho, Juliano Medeiros, Vicente Trevas
Os programas vão ao ar todaterça-feira, a uma hora da tarde, podendo ser assistidos com liberdade, a partir de então.
Veja, aqui, todos os episódios:
29) Alfredo Attié e Vicente Trevas: O Balanço da Democracia no Desequilíbrio dos Poderes
28) Alfredo Attié e Juliano Medeiros: A Democracia diante do Desafio Ambiental
27) Alfredo Attié e José Castilho: Democracia dos Livros
26) Alfredo Attié e James Green: Democracia nas Américas II — Estados Unidos
25) Alfredo Attié e Nelson Villarreal Durán: Democracia nas Américas I — Uruguay
24) Alfredo Attié e Benedito Mariano: Segurança e Lei Antifacções Criminosas
23) Alfredo Attié e Mateus Muradas: Periferias no Clima — Direito e Desigualdade Ambiental
22) Alfredo Attié e Márcio Moraes: Resistência Jurídica e Transformação Política
21) Alfredo Attié e Juliana Botelho Foernges: Judiciário em Rota de Colisão com a Democracia; o Lavajatismo
20) Alfredo Attié e Jorge Folena: Advocacia da Democracia
19) Alfredo Attié e Muna Zeyn: Democracia entre Gerações
18) Alfredo Attié e Givanildo Giva: Terras Indígenas — Cidades Indígenas
17) Alfredo Attié e Ana Flávia Magalhães: Brasil Reconstituinte
16) Alfredo Attié e Felix Ramon Ruiz Sanchez: Participação Democrática — Experiências latino-americanas
15) Alfredo Attié e Tarso Genro: A Hora mais Difícil para Direito e Democracia — Soberania em Xeque
14) Alfredo Attié e Renato Janine Ribeiro: Soberania e Democracia
13) Alfredo Attié e André Eduardo Ribeiro da Silva: Ocupação do Território e Movimentos Sociais
12) Alfredo Attié e Soraya Soubhi Smaili: Ciências: Ensino, Pesquisa e Democracia
11) Alfredo Attié e Djalma Nando Komunista Lopes: Educação Antirracista e Democracia
10) Alfredo Attié e Paulo César Ramos: Luta por Reconhecimento: Prática da Violência e Culturas de Resistência
9) Alfredo Attié e Carin Carrer Gomes: Circuitos de Opressão e Territórios de Resistência
8) Alfredo Attié e José Geraldo de Sousa Jr. Os desafios de Aproximar o direito e a justiça do povo
7) Alfredo Attié e Paulo Vannuchi. Direitos Humanos: Desaparecimentos Políticos e o papel da ONU.
6) Alfredo Attié e Douglas Martins. Direito e Racismo: Instrumentos e Antidiscriminação.
5) Alfredo Attié, Andrea Trus e Eduardo Reina. Direito, memória e Justiça.
4) Alfredo Attié e Antonio Rodrigues de Freitas Jr. Proteção Internacional dos Tratados e como superar a precarização do trabalho.
3) Alfredo Attié, Dhayane Santos e Luiz Eduardo Soares. Segurança e Ação Policial: contra ou a favor da vida e da igualdade?
2) Alfredo Attié e Otávio Pinto e Silva. Trabalho e sua Proteção, pejotização ou dignidade?
1) Alfredo Attié, Joaquim de Carvalho e Benedito Mariano. Segurança Pública que precisamos e que não temos: cidadã e democrática.
José Afonso da Silva nasceu no interior do Estado de São Paulo, na cidade de Pompeia, em 30 de abril de 1925, falecendo, já com cem anos, na Capital do Estado, em 25 de novembro de 2025.
Foi Procurador do Estado de São Paulo, além de ter sido Livre-Docente de direito financeiro, processo civil e direito constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais — UFMG. Foi membro de diversos institutos, dentre os quais o Instituto dos Advogados Brasileiros — IAB
foi titular da Secretaria de Negócios Jurídicos da Prefeitura de São Paulo, durante o governo de Mário Covas e da Segurança Pública do Estado de São Paulo, em nomeação do então Governador Mario Covas.
Filho de pai lavrador, José Afonso exerceu a profissão de alfaiate até se formar na FD.USP, instituição da qual seria Professor Titular., de 1975 a 1995, quando se aposentou. Na advocacia, trabalhou com o administrativista Hely Lopes Meireles.
José Afonso ainda participou do processo constituinte mais recente brasileiro, na qualidade de assessor jurídico da Assembleia Constituinte que elaborou a “Constituição Cidadã.”
Recebeu Grão-Cruz da Ordem do Ipiranga do Governo do Estado de São Paulo.
Foi pai orgulhoso de Luís Virgílio Afonso da Silva, jurista, Helena Augusta Afonso Storrer, empresária, e Nereu Afonso da Silva, palhaço dos Doutores de Alegria, grupo ao qual também pertenceu o Acadêmico Emérito da Academia Paulista de Direito Antonio Carlos Malheiros.
Autor de vasta obra doutrinária, publicou, além de seu Curso de Direito Constitucional Positivo, o manual de Direito Urbanístico Brasileiro, e o estudo sobre Ação Popular Constitucional, além de manuais sobre os temas do ambiente e da cultura.
O Presidente da Academia Paulista de Direito, Alfredo Attié, que foi aluno de José Afonso, no curso de Mestrado, na disciplina de Direito Urbanístico, na FD.USP, lembra que José Afonso era “bom professor, dedicado e detalhista. Penso que tinha mais vocação para a abordagem administrativa do direito, do direito público e do direito constitucional. Gostava de estudar temas inéditos, sendo, talvez, sua melhor produção o texto sobre a Ação Popular. Muito ligado às origens do Partido da Social Democracia Brasileira, de Mario Covas, ajudou na constituinte. . Pode ser que sua atenção elogiável aos detalhes tivesse sido semeada em seu trabalho de alfaiate. Era ótima pessoa, de boa e culta conversa. Tinhas muito orgulho dos filhos”.
Tendo formado gerações de juristas, era querido de seus alunos e alunas.
A Academia Paulista de Direito — APD convida a comunidade acadêmica e o público interessado para as sessões de apresentação das comunicações aprovadas, na forma do edital, para seu IV Congresso Internacional.
As apresentações serão feitas on-line, pelo Canal YouTube da APD, nos dias 27/11, 5a feira, e 28/11, 6a feira, de 2025, das 9 às 13 horas.
Expositores e expositoras receberão o link para seu ingresso na sala de transmissão.
Para o público, em geral, os links para assistirem aos encontros são:
A coordenação é da Dr.a Roberta de Bragança Freitas Attié.
Dentre as entidades universitárias participantes, neste IV Congresso Internacional, tivemos , além da Academia Paulista de Direito, a USP, por seus campi de São Paulo e de Ribeirão Preto, a UNICAMP, a UNESP, a UNIFESP, a FESPSP, o Instituto Herzog, a Universidad de la República de Uruguay, a Universidad Nacional Autónoma de México, a Universitá degli Studi di Foggia, a Brown University, o Washington Brazil Office, a Université Catholique de Lille, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a Trevisan Escola de Negócios, o Instituto Celso Furtado da Academia Paulista de Direito, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Universidade Presbiteriana Mackenzie, o IAB, o INP, a AMSUR, a Comissão Arns, a ESGCP do TCMSP , a Revista, Jornal e TV Fórum, o IPEDD, a POLIFONIA Revista Internacional da APD, o Fórum das Periferias, o Amalgamar, o CEBRAP e o Movimento Nacional de Valorização da Escola Pública.
Na a presentação das comunicações: Università degli Studi di Sassari, Universidade Federal de Uberlândia, UNIRIO, PUC.Minas, FGV.SP, FD.USP, FM.USP, UNESP, UniFMU, UNICAMP, UniCEUB, Universidade do Estado do Amazonas, Universidade do Estado de Santa Catarina, PUC.SP, IDP, UNIFIEO, Associação Sequencial de Ensino Superior, UNICID, CEBRAP, Centro Universitário UniMetrocamp Wyden, Universidade do Estado do Amapá, IFPA, Unifesp, Uniex, PROLAM USP, Must University, POLCRIM UNICAMP, Universidade São Judas Tadeu, entre outras.
As Sessões do Congresso, realizadas nos dois dias em que se desenrolou presencialmente„ estão disponíveis para serem assistidas, nestes links: 1. Dia e 2. Dia, que também apresentam o Programa do evento e permitem o acesso a todas as fotos tiradas durante as apresentações e homenagens.
Na Tabela a seguir, pode-se acompanhar a ordem de exposição das comunicações on-line:
A Academia Paulista de Direito presta, uma vez mais, homenagem a Pedro Armando Egydio de Carvalho, um dos mais importantes defensores dos direitos humanos em nosso País.
Jurista brasileiro de referência internacional em direito penitenciário e direitos humanos, foi Ouvidor da Secretaria de Administração Penitenciária, Procurador do Estado de São Paulo, tendo trabalho com dedicação e de modo transformador e combativo na Procuradoria de Assistência Judiciária (PAJ) — antecessora da Defensoria Pública paulista, da qual foi representante no primeiro Conselho eleito da Procuradoria Geral do Estado, em época de luta pela redemocratização brasileira e de suas instituições.
Foi também um dos criadores do IBCCrim — Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.
O trabalho intelectual e engajado de Pedro Armando sempre conectou as questões práticas — relativas à experiência de populações mais frágeis, vulneráveis e periféricas —, a uma visão do direito como instrumento efetivo de mudança social. Em artigos e em propostas de alteração legislativa, seu esforço foi sempre o de ver reconhecidos e concretizados direitos e garantias, inclusive à população carcerária. De estilo leve, mas sempre incisivo, se não provocativo, Pedro Armando ajudou a alterar a cultura da sociedade e do Estado brasileiro em relação ao sofrimento dos invisíveis da cena política, daqueles a quem o direito a ter direitos vem sendo negado na construção republicana brasileira.
Para o antigo Procurador Geral do Estado de São Paulo Márcio Sotelo Filippe, Pedro Armando “foi uma figura exemplar, que fez da PAJ uma missão.” Para a Procuradora do Estado Tânia H L, que trabalhou com Pedro Armando na Casa de Detenção, em importante mutirão para a regularização da situação carcerária e busca de atendimento jurídico e humanitário a detentos e familiares„“Pedro era um verdadeiro Mosqueteiro, na luta pelos direitos humanos, alma do grupo de trabalho.” A advogada Stella Bruna via em Pedro Armando uma “humanidade diferenciada”,.
Enfim, são inúmeras as manifestações de homenagem e reconhecimento a esse grande brasileiro.
O Titular da Cadeira San Tiago Dantas e Presidente da Academia Paulista de Direito, Alfredo Attié sempre dedicou a Pedro Armando, que foi seu dileto colega no mestrado da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, uma admiração especial: “foi meu veterano e fonte de inspiração, sempre, tanto no Mestrado da FD, USP, quanto na Procuradoria. Pedro Armando era dotado de coragem e de carinho que aprimoram a convivência e motivam ao combate constante pela democracia e pelos direitos humanos. Com seu modo discreto e altamente gentil de ser, formou gerações de discípulos e discípulas. Jamais deixou de ser firme na defesa dos direitos e na cobrança dos deveres e das políticas públicas em prol do povo brasileiro, sobretudo dos mais vulneráveis”.
Filho de mãe gaúcha e pai pernambucano, o paulista Paulo de Barros Carvalho, Acadiemico Titular da Academia Paulista de Direito, teve formação em colégio jesuíta e bacharelou-se em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, especializando-se em Direito Tributário, em meio à importante cultura publicista dessa Universidade, ainda se especializando em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, outro importante polo de ensino brasileiro. Mostrando versatilidade e empenho de ampliar o horizonte de sua formação, obteve o título de mestre em Direito Comercial, já na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. A seguir, tornou-se Doutor em Direito, retornando a sua alma mater, sempre sob orientação de Geraldo Ataliba, o saudoso Professor que, assim como seria o destino de seu discípulo, logrou tornar-se Professor Titular das duas Universidade paulistas. Ataliba ainda foi Reitor da PUC.SP, em tradição importante da presença de juristas na direção dessa instituição, assim, além de Ataliba, Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, Dirceu de Mello, e o atual Vidal Serrano Nunes Jr.
Destacou-se Paulo de Barros na docência e na pesquisa de Direito Tributário, adicionando, porém, à teoria e à prática desse ramo do Direito Público, uma sólida construção de Teoria Geral do Direito, a par de estudos linguísticos, diretor da Revista de Estudos Tributários, diretor executivo da Revista de Direito Tributário e membro do Conselho Editorial de muitas revistas de direito. Foi auditor-fiscal da Receita Federal entre os anos de 1963 e 1993. No ano de 1963, durante alguns meses, foi oficial de gabinete do Presidente João Goulart. É professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo desde 1970. Em 1977, assume a presidência do IBET — Instituto Brasileiro de Estudos Tributários. Já em 1998, passa a ser também professor titular de Direito Tributário na Faculdade de Direito da USP, após defender sua tese sobre a mudança de paradigma no estudo do direito tributário: constituição da realidade jurídica pela linguagem. Coordenou o Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-SP entre os anos de 1994 e 1996 e a partir de 1999 volta a ocupar este cargo. A partir de 2003, passou a ser membro Catedrático, Academia Brasileira de Direito Constitucional.
Em 2009, recebe o título de Professor Emérito da USP e da PUC-SP. Recebeu também o prêmio CEFIR 2001/2002 do Centro de Estudos do Imposto de Renda. E, nos anos de 2004, 2006, 2007, 2008 foi eleito um dos melhores tributaristas do mundo pela Who´s Who Legal. Possui muitas obras publicadas, dentre as quais destacamos: Teoria da Norma Tributária, cuja primeira edição foi publicada em 1974 e Curso de Direito Tributário publicado em 1984. No estrangeiro teve publicado livro originado de sua tese de titularidade: na Argentina, em 2002, e na Itália, em 2004. No ano de 2008 foi publicado o livro Direito Tributário — Homenagem a Paulo de Barros Carvalho. Foi advogado em São Paulo.
Formou gerações de juristas, dentre os quais muitos se destacaram na área do direito tributário e mesmo em outras áreas importantes do direito, como Wagner Balera e Roque Carrazza, igualmente Acadêmicos Titulas da APD e Professores Titulares e Eméritos da PUC.SP.
Para Alfredo Attié, Presidente da Academia Paulista de Direito, “Paulo de Barros pertenceu ao grupo seleto de juristas brasileiros que souberam retirar da prática da disciplina a que se dedicaram lições importantes para a construção de uma teoria jurídica mais ampla e atualizada. Em sua leitura atenta de Lourival Vilanova, Paulo logrou introduzir a contribuição da lógica e da teoria da linguagem para o estudo do direito público, realizando, ainda, a ponte necessária entre as escolas de Recife e de São Paulo”
Na abertura do IV Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito, o estadista e jurista Tarso Genro proferiu Aula Magna sobre o tema do evento, Soberania e Cidadania, tendo recebido, a seguir, o Diploma de Acadêmico Emérito.
O Título é destinado a “homenagear aqueles/as que, tendo logrado desenvolver com excelência suas atividades, prestaram serviços de relevo à sociedade brasileira e internacional, em sua trajetória docente ou profissional, específica e exclusivamente pela importância de seu trabalho na construção entrelaçada dos Direitos Humanos, da Paz, da Democracia e da Justiça Social,” tendo sido instituído pelo Acadêmico Titular da Cadeira San Tiago Dantas, o jurista Alfredo Attié, Presidente da APD.
Além do ex-Ministro e Governador, na história da APD, somente José Gregori, Fabio Comparato, Renato Janine Ribeiro, o Papa Francisco, Dalmo Dallari e Antônio Carlos Malheiros receberam a homenagem.
Compuseram a Sessão de Abertura do Congresso e proferiram breves palavras Alfredo Attié, da APD, Ivo Herzog, do Instituto Herzog, Celso Campilongo, da FD.USP e da APD, Luiz Salles Vieira, Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Antoninho Marmo Trevisan, da TEN.
Durante o Congresso, a APD recebeu novos Acadêmicos e Acadêmicas Titulares. Tomaram posse de suas Cadeiras as Professoras Eunice Prudente, da ESCGCP/TCMSP e Luciana Cordeiro de Souza, da UNICAMP, bem como os Professores Gustavo Mônaco, Guilherme de Almeida, ambos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Jair Cardoso e Nuno Coelho, que se tornaram os primeiros membros da APD vindos da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Luiz Sérgio Fernandes de Souza, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Tribunal de Justiça paulista, e Maurício Bunazar, da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Neste ano, a exemplo dos I,II e III Congressos, além de Professores e palestritas de São Paulo, contou-se com a presença, participação e comunicações de autoridades, professores, estudantes, juristas, jornalistas, sociólogos, profissionais da saúde, pesquisadores das ciências naturais, humanas e formais, cientistas políticos, representantes do Governo Federal, de movimentos sociais e partidos políticos, sociólogos do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, de Brasília, do México, dos Estados Unidos, do Uruguai, da Itália, da França, de Limeira, de Campinas, de Franca, de Ribeirão Preto, presencialmente e com um público de quase mil pessoas, nos dois dias.
Dentre as entidades universitárias participantes, tivemos , além da Academia Paulista de Direito, a USP, por seus campi de São Paulo e de Ribeirão Preto, a UNICAMP, a UNESP, a UNIFESP, a FESPSP, o Instituto Herzog, a Universidad de la República de Uruguay, a Universidad Nacional Autónoma de México, a Universitá degli Studi di Foggia, a Brown University, o Washington Brazil Office, a Université Catholique de Lille, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a Trevisan Escola de Negócios, o Instituto Celso Furtado da Academia Paulista de Direito, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Universidade Presbiteriana Mackenzie, o IAB, o INP, a AMSUR, a Comissão Arns, a ESGCP do TCMSP , a Revista, Jornal e TV Fórum, o IPEDD, a POLIFONIA Revista Internacional da APD, o Fórum das Periferias, o Amalgamar, o CEBRAP e o Movimento Nacional de Valorização da Escola Pública.
Veja, aqui, todos os participantes do Congresso.
As Sessões do Congresso, realizadas nos dois dias em que se desenrolou, estão disponíveis para serem assistidas, nestes links 1. Dia e 2. Dia, que também apresentam o Programa do evento e permitem o acesso a todas as fotos tiradas durante as apresentações e homenagens.
Alfredo Attié e Ivo Herzog, do Instituto Herzog
Paulo Massoca do Engenharia pela Democracia
Foto:Cesar Viegas
Antoninho Marmo Trevisan, da Trevisan Escola de negócios
Alfredo Attié, da Academia Paulista de Direito
Foto:Cesar Viegas
Celso Campilongo, da FD.USP
Foto:Cesar Viegas
Luiz Salles Vieira, do Tribunal de Justiça de São Paulo
Foto:Cesar Viegas
Gustavo Mônaco recebeu diploma e medalha de Acadêmico Titular
Attié com Alberio Neves Filho, da UNESP
Attié com Ceci Juruá, do Instituto Celso Furtado da APD
Attié com André Leirner, do CEBRAP
Attié com Felix Peña
Attié e Jorge Folena
Attié com Antônio Belarmino, do IAB
Attié e Belisario Santos, da Comissão Arns
com Soraya Smaili, da SBPC e da UNIFESP
com Roberta de Bragança Attié e Gabriel Lopes, da Zigurate
Alfredo Attié e Wanderley Andrade da Silva, da München Universität
Foto:Cesar Viegas
Nuno Coelho recebe diploma e medalha de Acadêmico Titular
Guilherme de Almeida torna-se Acadêmico Titular
Belisário dos Santos Jr
Eloy Terena, do Ministério dos Povos Indígenas
Foto:Cesar Viegas
com Vinicius Bugalho da UNAERP e Jair Cardoso
Luciana Cordeiro de Souza torna-se Acadêmica Titular
Alberio neves Filho
Foto:Cesar Viegas
Jair Cardoso recebe diploma e medalha de Acadêmico Titular
Eunice Prudente recebe diploma e medalha de Acadêmica Titular
Luiz Sérgio Fernandes de Souza torna-se Acadêmico Titular
Mauricio Bunazar, ao lado de sua Esposa, ao tornar-se Acadêmico Titular
Foto:Cesar Viegas
Maetus Muradas lê o manifesto das Periferias pelo Clima
Trevisan, Alfredo e Roberta Attié
Otávio Pinto e Silva, Attié e Walter Piva Rodrigues
com Marcelo Guimarães, da PUC.SP
com representantes do Movimento Amalgamar
Paulo Massoca
Juliano Ribeiro, do PSOL
Foto:Cesar Viegas
Marcos Perez, da FD.USP
Miguel do Rosário, do Cafezinho e da Fórum
Benedito Mariano
Foto:Cesar Viegas
James Green, da Brown University
Professores daJania Saldanha UC Lille, Nelson Villarreal, UNIDELAR, Lizbeth Sanabria, UNAM, Alfredo Calderale, UniFoggia e Miguel Rosario
Leitura da Carta das Periferias pelo Clima e apresentação do Fórum das Periferias por Direitos — FPD
Mateus Muradas (FPD/Fórum da Zona Leste por Direitos)
Encerramento do IV Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito
Presidente da Academia Paulista de Direito — Alfredo Attié
Palestras de Encerramento
Alfredo Attié (APD/FESPSP/UNICAMP), Angelo Del Vecchio (FESPSP/UNESP), Jorge Folena (INSTITUTO BRASILEIRO DE ADVOGADOS — IAB), Antonio Belarmino Jr (INSTITUTO BRASILEIRO DE ADVOGADOS — IAB)
Assista à sessão a seguir e veja as fotos desse segundo dia de Congresso, aqui.
link para o Primeiro Dia do IV Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito
Assista também às Sessões do III Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito, realizado na Università degli Studi di Camerino, na Itália, aqui.
O II Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito foi realizado on-line, durante o período da pandemia covid-19, e suas sessões podem ser acessadas por meio deste link.
Em breve, a Academia Paulista de Direito disponibilizará as Sessões de seu I Congresso Internacional, realizado na Universidade de São Paulo.
Cerimônia de Entrega do Título de Acadêmico Emérito
Alfredo Attié, Tarso Genro
Aula Magna
Tarso Genro
Palestras
Alfredo Attié (APD), James Green (BROWN UNIVERSITY, WBO), Alfredo Calderale (UNIVERSIÀ DEGLI STUDI DI FOGGIA), Jânia Saldanha (UNIVERSITÉ CATHOLIQUE DE LILLE), Benedito Mariano (CENTRO DE ESTUDOS E SEGURANÇA PÚBLICA), Liz Padilla (UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE MÉXICO), Nelson Villarreal Durán (UNIVERSIDAD DE LA REPÚBLICA DE URUGUAY), Paulo Massoca (ENGENRARIA PELA DEMOCRACIA), Marcos Perez (APD/FDUSP), Juliano Ribeiro (PSOL), Miguel do Rosário (O CAFEZINHO, FÓRUM)
Encerramento do Primeiro Dia do IV Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito pelo Presidente da Academia Paulista de Direito — Alfredo Attié
Veja as fotos do Primeiro Dia de Congresso, aqui, e assista a seguir à Sessão.
link para o Segundo Dia do IV Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito
Assista também às Sessões do III Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito, realizado na Università degli Studi di Camerino, na Itália, aqui.
O II Congresso Internacional da Academia Paulista de Direito foi realizado on-line, durante o período da pandemia covid-19, e suas sessões podem ser acessadas por meio deste link.
Em breve, a Academia Paulista de Direito disponibilizará as Sessões de seu I Congresso Internacional, realizado na Universidade de São Paulo.
Vídeo Apresentado no IV Congresso Internacional da Academia paulista de Direito, 29/30 de outubro de 2025, realizado na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo